Bruna Lombardi e Prem Baba na Índia

Ele não chega a ser uma celebridade entre seus conterrâneos,

 

Bruna Lombardi e Prem Baba na Índia

mas é um paulistano de raiz entre os líderes religiosos mais carismáticos do mundo.

Se você apostou em um cardeal católico, um pastor evangélico ou mesmo em um pai de santo, errou feio.

O autor da façanha é Sri Prem Baba, um psicólogo que se tornou mestre de hinduísmo em um centro espiritual no interior da Índia. Por lá, milhares de seguidores ouvem seus ensinamentos sobre compaixão e entoam cânticos no idioma sânscrito. Prestes a completar 50 anos

Bruna Lombardi e Prem Baba

— a data será comemorada nesta segunda

—, o guru desembarcou na semana passada na capital, onde estão programadas pelo menos sessenta celebrações em sua homenagem.

A busca por respostas de Sri Prem Baba começou desde criança, quando ele ainda era Janderson Fernandes de Oliveira.

“Eu tinha 7 anos e perguntava pra minha mãe, ‘quem foi que fez esse mundo?’

Ela falava “foi Deus”. Mas eu perguntava:

“E quem foi que fez Deus?”

Ela respondia:

“Não pensa nisso que você fica louco (risos)”, conta o hoje mestre espiritual brasileiro.

Nascido em São Paulo, no bairro da Aclimação, ele se formou em psicologia e, durante uma viagem, teve uma visão de que iria para a Índia com 33 anos.

Ele foi.

E ali começou seu processo de transformação, seguindo a linha indiana de nome Sachcha.

Hoje, Sri Prem Baba, 51 anos, cujo significado é

“Pai do Amor”,

divide seu ano entre Brasil e Índia e atrai, pelo País, multidões de seguidores que chegam a chorar quando o encontram.

Entre eles, famosos como Bruna Lombardi, Reynaldo Gianecchini e Márcio Garcia. Além de práticas espirituais, Sri Prem Baba está à frente do movimento global

“Awaken Love”

– que prega a construção de uma cultura de paz e prosperidade

– e recebe pessoas com queixas diversas em busca de um significado espiritual para suas vidas.

O motivo de desencaixe varia, ele explica, mas o caminho do bem estar não tem milagre, requer autoconhecimento e dedicação. “O silêncio se tornou o bem mais precioso no nosso mundo, especialmente nos grandes centros”, conta.

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