O cachorro escuta tudo, inclusive a sua lágrima antes de cair

O cachorro escuta, inclusive, a sua lágrima antes de cair, o batimento do seu coração alterado, uma dor antes de ser palavra, e vem lamber o seu rosto e lhe oferecer conforto.
Um cachorro escuta quatro vezes melhor que uma pessoa. Assim escuta a 8 metros o que o homem só escuta a 2 metros. Ele detecta a origem do som com precisão, em apenas 0,06 segundo.

O cachorro escuta tudo

Você nem entrou em casa e o cachorro já ouviu você chegando. Você mal acordou, pisou o pé dentro do chinelo e o cachorro já corre para a porta do seu quarto.

Você vive querendo entender o que ele está descobrindo – porque ele flagra os sons de insetos, da água correndo, do vento mudando a sua direção, dos subterrâneos, das paredes. Escuta o que até aquele instante parece invisível.

De repente, a cabeça dele se inclina para um lado, como se ele estivesse de pé, em vigília, por um novo movimento. É um profeta do que surgirá. Pois alcança uma frequência entre 10 a 40.000 Hz, inacessível para a escala humana, presa entre 16 e 20.000 Hz.

O cachorro prostra-se em sentinela e late para algo que não aconteceu.

Só não aconteceu para você, para ele aconteceu.

Não são fantasmas, são ruídos vivos se formando em grandes distâncias.

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Antes do celular tocar, ele olha para o seu celular. Antes de algum objeto quebrar no chão, ele olha para os seus braços. Antes do interfone vibrar, ele olha para o interfone.

O cão tem uma hipersensibilidade auditiva. Um relâmpago é um terremoto para ele. Uma colisão de carros ao longe é uma colisão de trens.

O cachorro escuta, inclusive, a sua lágrima, antes de cair, o batimento do seu coração alterado, uma dor antes de ser palavra, e vem lamber o seu rosto e lhe oferecer conforto.

Dá para entender agora a violência que são os fogos de artifício para os cachorros?
Por Fabricio Carpinejar

Fonte: osegredo

A Psi animal é a capacidade psíquica que alguns animais teriam de ver os mortos, pressentir o futuro, viajar muitos quilômetros sem conhecer o caminho e chegar ao seu destino, falar telepaticamente com seres humanos, dentre outras formas de sensibilidade sutil.

possível que alguns animais tenham suas faculdades psíquicas mais desenvolvidas, e por isso a manifestação de seus dons paranormais seriam bem mais claras do que outros.
Oscar, um gatinho preto e branco, costumava ficar umas 3 ou 4 horas próximo dos pacientes antes deles morrerem.

Por algum motivo desconhecido, o bichano conseguia prever ou sentir que uma pessoa internada no asilo estaria próxima da morte.

Quando Oscar ficava mais tempo com uma pessoa, os próprios funcionários do asilo já ligavam a parentes e amigos pedindo para que viessem visitar o idoso, pois havia grande chance dele falecer.
“Muitos familiares se sentem confortados, pois acreditam que o gato faz companhia a alguém que está quase morrendo” diz David Dosa, médico que trabalha no asilo.

Quando isso ocorre, o gatinho ficava rondando a porta, de um lado ao outro, miando muito, como se estivesse protestando por ter sido retirado de perto do paciente.

Dizem que, pouco tempo antes de morrer, o moribundo irradia uma energia diferente, mais escura, que provavelmente é sentida por alguns animais que, no caso dos gatos, podem prontamente vir em socorro às vítimas.

Algumas pessoas cometem o erro de afirmar que o cachorro protege muito mais a casa do seu dono do que um gato, mas isso não é verdade.

Aqueles que conhecem o trabalho psíquico que os gatos realizam nos planos sutis sabem que a proteção que gatos e cachorros fazem são diferentes: enquanto os cachorros protegem a casa materialmente, os gatos parecem protegê-la de irradiações negativas provenientes do exterior e também de energia nefastas que se encontram no interior da casa.

Uma boa forma de verificar a ideia de que os gatos sentem atraídos pelas energias negativas e os cachorros evitam essas mesmas energias é o que ocorre no estudo de um conhecimento chamado de Radiestesia.

No livro “Radiestesia e Saúde” de Kathe Bachter a autora descreve com detalhes como as energias telúricas dos veios de água subterrâneos podem influenciar as pessoas e os animais.

Em suas pesquisas, que são confirmadas pelas pesquisas de outros radiestesistas, quando as correntes de água subterrânea se cruzam abaixo de uma casa, os moradores dessa residência que permaneceram muito tempo sobre influência dessas radiações podem desenvolver uma série de problemas físicos e mentais.

que Kathe descobriu em suas pesquisas, e que, segundo a autora, sempre se confirma, é o fato de cachorros sempre evitarem os locais de uma casa onde ocorrem esses cruzamentos das correntes de água subterrânea.

Por alguma razão ainda desconhecida, uma influência telúrica subterrânea que afeta a saúde dos seres humanos tem o poder de atrair os gatos.

Em Radiestesia é abrangente a ideia de que as correntes de água que se cruzam no subsolo podem causar doenças bem sérias nos seres humanos.

O trabalho do radiestesista é, na maioria das vezes, identificar essas correntes de água e orientar os donos da casa a dormirem em outros cômodos, bem longe dos cruzamentos.

Nesse exemplo, bastante pesquisado, fica claro como os gatos são atraídos pelas energias negativas, deletérias, e os cachorros, ao contrário, sentem-se repelidos delas.

É possível que os gatos deitem-se e procurem essas energias telúricas prejudiciais aos seres humanos também a fim de proteger seus donos delas.

Esse é apenas um exemplo, que ficou famoso nos meios de comunicação, de uma tão clara manifestação de psi animal, mas há muitos outros casos semelhantes.

Esses casos se dividem em casos pesquisados com controle experimental, e outros casos de pessoas comuns que relatam feitos inexplicáveis realizados pelos seus animais (que são em grande número).
Embora os relatos espontâneos de algumas pessoas tenham o seu valor, os casos pesquisados com um controle mais rígido são dignos de mais crédito.

Um caso interessante, tal como relatado no livro “100 Maiores Mistérios do Mundo” conta uma experiência feita com uma cadela e seu filhote.

A reação tanto da cadela como do filhote era sempre de perigo iminente, embora os donos nunca batessem neles quando levantavam o jornal.

Sabemos que o cobre é um metal que não permite a propagação de sons, ou seja, o animal que se encontrava dentro da caixa não conseguia ouvir qualquer ruído proveniente da mãe, que estava em outra sala.

Assim que o dono levantou o jornal para a cadela na outra sala, o filhotinho dentro da caixa se encolheu de medo, da mesma forma que costumava fazer como reação ao jornal ameaçador.

Em outro experimento similar, uma mulher e seu boxer foram colocados em pontos diferentes de uma casa, cobertos por uma camada de cobre, onde um não poderia ouvir o outro e nem manter qualquer tipo de contato físico entre si.

Nesse exato momento o monitoramento cardíaco do cachorro começou a apontar uma aceleração das batidas do coração do cachorro, demonstrando uma sensação ou percepção de que algo ruim estava ocorrendo.

Um caso fascinante que ficou bem conhecido na década de 20 foi o de um cãozinho da raça Collie chamado Bobbie que estava passeando com seus donos em Indiana, nos Estados Unidos.

A aparência de Bobbie era de um cachorro que, de fato, havia percorrido uma longa distância para reencontrar seus donos, e teve êxito nessa tarefa.

Eles descobriram que o animal havia feito um caminho bem diferente dos seus donos, cruzou as montanhas rochosas, atravessou o rio Missouri, caçava coelhos e outros animais pequenos, bebia águas dos rios e teve muita disposição para caminhar uma tão longa distância.

Céticos podem alegar que ele gravou mentalmente todo o caminho, mas ainda que lançássemos a hipótese de uma tão vasta e profunda memória (que nem seres humanos possuem), isso ainda não explicaria como Bobbie passou por outros caminhos e chegou ao destino, e também não explica outros casos semelhantes em que cachorros retornaram as suas residências após uma viagem de avião.
Assim como o caso de Bobbie há muitos outros casos semelhantes de cachorros e gatos que, utilizando sua faculdade psíquica, conseguiram de algum modo desconhecido sentir qual seria a trajetória correta de volta ao lar.

Não há dúvida que, depois dos seres humanos, eles são os animais mais inteligentes deste planeta (alguns até diriam que são mais inteligentes, pois eles não destroem sua própria casa como nós fazemos com a Terra).

Estudos do biólogo escocês Vincent Janik, publicados na prestigiada revista Science, foram capazes de descobrir que os golfinhos emitem alguns sinais chamando uns aos outros, e estes sinais se repetem sempre que um golfinho chama o outro.

Alguns esoteristas chegam a afirmar que os golfinhos são seres com avançada evolução espiritual cuja origem não é a Terra, mas mundos extraterrestres.

Ilona Selke passou vários anos na presença dos golfinhos, nadando com eles em seu habitat natural e buscando um contato mais íntimo.

Ela contou a seguinte experiência, que fala sobre a incrível capacidade telepática desses seres: Estava um dia muito bonito e eu e mais duas pessoas fomos a uma pequena ilha de Mauí, no Havaí, para procurar os golfinhos.

Meus outros dois amigos também tiraram suas cabeças da água no mesmo momento, pois eles também tinham ouvido a mesma mensagem: “Voltem agora”.

Selke conta também que alguns golfinhos sabem quando uma mulher está grávida, e em alguns casos, são capazes de alertar pessoas sobre algumas doenças que elas até então desconhecem.
A carnificina realizada contra esses seres se faz pela captura e condução dos mais aptos aos parques aquáticos.

Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, os parques aquáticos não tratam os golfinhos de um modo adequado, eles são retirados de seu habitat natural, presos, e sofrem muito com a ausência de liberdade.

Infelizmente muitas pessoas ainda freqüentam esses parques aquáticos para ver baleias e golfinhos sem imaginar o grande mal que estão promovendo ao alimentar esse mercado escuso de pesca e matança indiscriminada de golfinhos e baleias.

Outro caso interessante de telepatia com os animais que saiu no Discovery Channel é o de uma mulher que afirma se comunicar mentalmente com os animais.Maria Jacobs descobriu seu dom ainda pequena.
Hoje Maria trabalha em parceria com uma veterinária, auxiliando a profissional a diagnosticar uma doença apenas ouvindo o relato dos sintomas que o próprio animal lhe transmite telepaticamente.

Esta experiência, assim como outras semelhantes, somada aos relatos de casos de psi animal no mundo inteiro, demonstra que não devemos duvidar de pronto dos poderes psíquicos atribuídos aos animais, e que talvez suas faculdades mentais e sua sensibilidade sejam mais sutis do que supomos.

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