Mensagem de Emmanuel mentor de Chico Xavier

Emmanuel é o nome dado pelo médium brasileiro Chico Xavier ao espírito a que atribui a autoria de boa parte de suas obras psicografadas.  

Mensagem de Emmanuel mentor de Chico Xavier

No dia 10 de julho de 1927, na fazenda da senhora Carmem Perácio, enquanto rezavam, Carmem ouviu uma voz de um espírito que se identificou como “Emmanuel – amigo espiritual de Chico”, onde logo após o viu como “um jovem imponente, com vestes sacerdotais e aura brilhante”.  

No ano de 1931 ocorreu o primeiro contato de ambos, no momento em que Chico esteve à sombra de uma árvore, à beira de uma represa, no momento em que orava.  

seu nome popularizou-se no Brasil pela psicografia do médium espírita, que assim descreveu um dos primeiros contatos entre ambos, em 1931, enquanto psicografava Parnaso de Além-Túmulo, a sua primeira obra mediúnica: “Via-lhe os traços fisionômicos de homem idoso, sentindo minha alma envolvida na suavidade de sua presença, mas o que mais me impressionava era que a generosa entidade se fazia visível para mim, dentro de reflexos luminosos que tinham a forma de uma cruz.”  

Veja:

Emmanuel é o nome dado pelo médium brasileiro Chico Xavier 

Tenho seguido sempre os teus passos e só hoje me vês, na tua existência de agora, mas os nossos espíritos se encontram unidos pelos laços mais santos da vida e o sentimento afetivo que me impele para o teu coração tem suas raízes na noite profunda dos séculos…”  

 

Em entrevista, Chico Xavier disse certa vez: “Emmanuel tem sido para mim um verdadeiro pai na Vida Espiritual, pelo carinho com que me tolera as falhas e pela bondade com que repete as lições que devo aprender”.  

“   A ele, alma de escol, ao seu espírito de organizador, de autêntico chefe espiritual, devemos a beleza, a luz, a pureza ortodoxa da prodigiosa produção mediúnica do fidelíssimo Chico Xavier, em que têm cooperado centenas de obreiros espirituais   

O médium afirmou que o retrato produzido é fiel ao benfeitor, quando na personalidade do senador romano Publius Lentulus Cornelius.  

Emmanuel História 

 

O único detalhe que poderia ser corrigido no retrato se refere aos lábios, que são na realidade mais estreitos e masculinos.  

A pintura original se encontra na sede do Grupo Espírita Luiz Gonzaga, em Pedro Leopoldo, numa sala de preces,

feita no quarto onde Chico nasceu, em 1910.[5]  

 

editar código-fonte] Entre as supostas encarnações de Emmanuel conhecidas do público estão as seguintes, todas relacionadas na obra Deus conosco:  

 

Foi reitor da escola de Tânis e pai da futura rainha Samura-Mat (Semíramis), do império da Assíria, da Babilônia, do Sumér e do Akad.  

2ª encarnação se refere ao cônsul romano Publius Lentulus Cornelius Sura, contemporâneo de Júlio César bem

como amigo de Sulla e Cícero condenado à morte no ano 63 a.C.  

De 24 de outubro de 1938 a 9 de fevereiro de 1939, Emmanuel transmitiu ao médium as suas impressões,

revelando-nos o orgulhoso patrício romano Públio Lentulus Cornelius no romance “Há dois mil anos”.  

Emmanuel Encarnações 

 

Desencarnou na cidade de Pompeia no ano 79 da nossa era vitimado pelas cinzas do Vesúvio, cego e já voltado aos princípios de Jesus.  

Apartado do filho, que também fora escravizado, volta a encontrá-lo durante uma pregação nas catacumbas onde

tinha a responsabilidade da palavra.  

Posteriormente, adotou para si uma criança abandonada numa cesta, que mais tarde recebeu o nome de Lívia (há

uma hipótese de que esta teria sido uma das reencarnações de Francisco Cândido Xavier, de acordo com

informações de Arnaldo Rocha – amigo de longa data de Chico – onde afirma que o médium lhe deu

esta informação, vivendo com ela até o fim de seus dias, onde fora torturado e morto.  

De família nobre e religiosa, considerado o maior orador sacro do reino dos francos pela sua especialidade em retórica.  

De acordo com Francisco Cândido Xavier, em participação no programa “Pinga Fogo” da extinta TV Tupi,

em 1971, Emmanuel teria sido, nesta encarnação, o padre português Manuel da Nóbrega.  

Entre as supostas encarnações de Emmanuel  

O deputado Freitas Nobre teria declarado na noite de 27 de julho de 1971 em programa na mesma rede de televisão

que, ao escrever um livro sobre o padre José de Anchieta, teve oportunidade de encontrar e fotografar uma

assinatura de Manoel da Nóbrega, como “E.  

De acordo com o seu entendimento, o “E” inicial se deveria à abreviatura de “Ermano”, o que, ainda de acordo com

o seu entendimento, autorizaria a que o nome fosse grafado Emanuel, um “M” apenas e pronunciado com acentuação oxítona.  

 

Foi educador da nobreza e prelado católico romano no período anterior à Revolução Francesa, vivendo no norte da França.  

Posteriormente foi ao Rio de Janeiro, onde se dedicou à pregação do Evangelho de Jesus, tendo inclusive tido

contato com Bezerra de Menezes. Há uma mensagem psicografada por Chico intitulada “Sacerdote católico que fui”,

na qual Emmanuel descreve com detalhes o processo de sua desencarnação nesta existência.  

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