Tenho 19 Anos, Não tive experiencia Sexual digo a Verdade e começa a Zombaria, Devo Dizer?

As discussões sobre a sexualidade e como ela pode afetar o médium são mais importantes do que se imagina.
Para se falar em relação sexual e energia procriadora, faz-se necessário mencionar algumas das informações trazidas até nós pelo espírito André Luiz sobre as funções da epífise.

No período do desenvolvimento infantil, permanece em fase de reajustamento, absorvendo novos reflexos e ensinamentos que são ministrados nessa fase da vida, e que farão frente ou que vão se somar às colheitas das vidas passadas, que ressurgirão, de acordo com a vontade, sob fortes impulsos.

Experiencia Ela funciona como uma usina,

fonte geradora de elementos psíquicos ou “unidades força”, necessárias à fecundação das diversas formas da criação.

Pode ser direcionada para a fecundação dos mais nobres valores da divindade ou utilizada para a orgia dos prazeres das criaturas terrestres.

No entanto, fazendo parte da vida, o espírita estudioso não pode deixar de estudá-lo e analisá-lo de forma natural, para que seja bem compreendido e orientado.

Os tempos em que essa manifestação de afeto e amor, no que diz respeito ao sexo verdadeiro, era “pecaminosa”, já passaram e seguramente não deverão mais voltar.

Para as criaturas humanas, que ainda estão distantes da compreensão e vivência das Leis Divinas, permanece num quadro triste de ignorância, perversão e desequilíbrio.

INSTINTO SEXUAL É PODEROSA FORÇA DE ATRAÇÃO, UNINDO OS CORPOS FÍSICOS,

reencontrando as almas para resgates de débitos, dirigindo os homens para conquistas e objetivos da Lei Suprema:

o amor, a felicidade e a harmonia.

  • Mesmo com a pobreza de valores íntimos, o homem caminha, embora lentamente, em direção ao objetivo maior do Criador, que é o progresso e a perfeição.
  • Não podemos confundir sexo e amor, pois enquanto o sexo é força instintiva ou inconsciente, o amor é energia consciente e espontânea.

Em experiências afetivas,

o homem costuma ver a energia instintiva sexual como sendo amor, e isso tem promovido quase todas as uniões de homens e mulheres na Terra.

Na Terra, o amor ainda é uma aspiração da eternidade, encravada no egoísmo, nos interesses, na ilusão, e na fome de prazeres que fantasiamos como sendo a Virtude Celeste.

Para alcançarmos o amor sublime devemos cultivar a semente da humildade, da bondade, da paciência, do perdão, da tolerância, da indulgência, da ternura, da delicadeza, da renúncia e do entendimento.

Sem falar na ampliação dos débitos e no adiamento dos resgates anteriores para reencarnações futuras, quase sempre acrescidas de dores e sofrimentos, para o nosso bem.

A nosso ver, sendo o sexo algo natural em nossa escala evolutiva, o médium poderá praticá-lo sem problemas

– o sexo com amor

– com o seu ou a sua cônjuge, sem que isso prejudique a prática mediúnica.

Se o médium está com muita vontade de ter relações afeto-sexuais com o parceiro e não pratica, mas fica com isso na cabeça o tempo todo, não atrapalharia ainda mais a prática de sua tarefa?

SEXO TEM SIDO TÃO AVILTADO PELA MAIORIA DOS HOMENS REENCARNADOS NA CROSTA,

que o que observamos na atualidade é a inversão dos valores sublimes da criação divina, transformados em rolo compressor para os interesses da indústria do sexo desvairado.

Atualmente, é o item mais divulgado e procurado, com o objetivo de despertar a sensualidade tanto no homem como na mulher, não se importando com os danos que isso certamente vai causar.

A relação sexual entre a maioria dos homens e mulheres terrestres se aproxima demasiadamente das manifestações dessa natureza entre os irracionais, sem qualquer obediência às Leis Divinas.

Neste plano de baixas vibrações onde predomina ainda a semi-brutalidade, muitas inteligências admiráveis preferem se demorar em baixas correntes evolutivas.

Todo ato criador está repleto de sagrados valores da divindade,

e são esses valores tão abençoados que, por interesse de mentes enfermiças,

conduzem impreterivelmente ao abuso e a orgias de prazeres.

Assim, homens e mulheres, raciocinando numa atmosfera mental caótica,

permitem aos obsessores do invisível colocar em prática seus interesses

na desintegração familiar e social, bem como em retardar o progresso

espiritual, mantendo a grande maioria das criaturas que se afinam com seus ideais sob controle.

O sexo não é um bicho-de-sete-cabeças que deva ser tratado pelo

médium como um assunto intocável, mas sim, como um assunto do cotidiano, tratado com respeito.

Mas para esses povos, ainda bem próximos da natureza, o sexo não

está sujeito aos desregramentos, aos abusos e ao aviltamento que se vê no mundo civilizado.

O espírita sabe que o sexo é um grande campo de experiências para

o espírito em evolução e que é através dele que a lei de reencarnação se processa na vida terrena.

Como devem progredir em tudo, cada sexo,

como cada posição social, lhe oferece provas e deveres especiais e novas ocasiões de adquirir experiências”.

Devemos nos lembrar de que, por milhares de anos, ao longo

de sucessivas gerações, o sexo foi considerado, na civilização

cristã em que nascemos e vivemos, um campo de depravação, de perdição das criaturas.

O regime do silêncio continua a imperar em nossos lares, criando maiores dificuldades para o esclarecimento da questão.

Começando assim, pouco a pouco, os próprios pais vão descobrindo a técnica

de vencer as dificuldades, sem iludir os filhos com lendas e mentiras que criam

um ambiente de excitação perigosa.

Nas escolas espíritas,

o problema deve ser apresentado com o mesmo cuidado,

pois a situação é ainda mais melindrosa: as crianças

de uma classe pertencem a diversas famílias, com diferentes costumes.

O ideal é que o assunto seja discutido previamente em reuniões pedagógicas, entre os professores de ciências, de psicologia, de moral e o orientador pedagógico.

O bom pedagogo saberá conduzi-lo com o tato necessário, sem produzir choques perigosos e sem deixar que o assunto caia novamente no plano do mistério.

Os jovens têm grande necessidade de boa orientação sexual pois estão na fase de maior manifestação dessas exigências e, se não forem bem orientados, poderão cair em lamentáveis complicações.

São vítimas de uma educação defeituosa,

de um ambiente moral dominado pela hipocrisia em matéria sexual, e trazem as heranças do passado, às vezes agravadas por esse ambiente.

Experiencia No meio espírita,

precisam se acostumar a encarar a questão sexual de maneira séria, evitando as atitudes negativas que dão entrada às influências perigosas.

Encarando o sexo sem malícia, como uma função natural e uma necessidade vital,

ao mesmo tempo o espírita se corrige e modifica o ambiente em que vive,

afastando do mesmo os espíritos viciosos e maliciosos,

que não mais encontram pasto para os seus abusos.

O melhor meio de afugentar esses espíritos e de encaminhá-los também

a uma reforma íntima, é a criação de uma atitude pessoal de respeito

pelos problemas sexuais e o cultivo de um ambiente de compreensão elevada no lar.

O espírita não deve fugir espavorido diante das conversas impróprias,

pois com isso demonstraria incompreensão do problema

e provocaria maior interesse dos outros em perturbá-los.

Sua atitude deve ser de completa naturalidade,

de quem conhece o problema e não se espanta com as conversas de mau gosto, mas também de quem não acha motivos para alimentar essas conversas e delas participar.

Sempre que possível, e com senso de oportunidade, ele deve procurar mudar os rumos da conversa para assuntos mais aproveitáveis ou mesmo para os aspectos sérios da questão sexual.

Ajudar o irmão desequilibrado a lutar corajosamente para a sua própria recuperação, procurando corrigir a mente viciosa e manter-se o mais possível em atitude de quem espera e confia na ajuda dos Espíritos Superiores.

Não se dispondo de elementos assim, de absoluta confiança,

é melhor abster-se desses trabalhos, insistindo na educação

progressiva do irmão infeliz através de preces, leituras e estudos,

conversações construtivas e passes espirituais, aplicados

de maneira metódica, em dias e horas certas.

Se o irmão enfermo colaborar,

com sua boa vontade, os resultados positivos logo se farão sentir, porque ninguém está condenado ao vício e ao desequilíbrio, a não ser pela sua própria vontade ou falta de vontade para reagir.

O necessário é modificarmos profundamente as velhas e viciosas atitudes que trazemos do passado e que encontramos de novo na sociedade terrena, ainda pesadamente esmagada por suas próprias imperfeições.

Encaremos o sexo como uma manifestação do poder criador, tratando-o com o devido respeito, e assim mudaremos a nós mesmos, aos outros e à sociedade em que vivemos.

O espírita deve ser o elemento sempre apto a promover essa mudança

e nunca um acomodado às situações viciosas que

dominam as criaturas e as escravizam.

Em nossas casas, tratemos cada caso com estudo, para podermos

orientar melhor e não desferir idéias preconcebidas e, por vezes,

descabidas, freqüentemente confessando um puritanismo inútil de nossa parte.

QUEREM SABER TUDO DA SUA VIDA? APRENDA A MANTER SUA PRIVACIDADE!

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