OS 10 EXUS MAIS PODEROSOS DO MUNDO

EXUS MAIS PODEROSOS DO MUNDO. dizem que é por causa de Exu.

OS 10 EXUS MAIS PODEROSOS DO MUNDO

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” Não concordo com isto, porque na Bíblia, quando começou os conflitos e brigas entre os que construíram a Torre de Babel, DEUS, interviu, fazendo com que, cada um falasse linguagem diferentes, causando então o bloqueio da construção e por fim, cada grupo, que falava a mesma língua se reuniram e foram viver em outros lugares.

Como nos cultos, de Olorúm era Exu que alegrava as festas, mas como recebeu a missão de começar a trabalhar em primeiro lugar e não poder mais fazer os cantos , então, houve a necessidade de dar a missão de alegrar as festas para “os Ogans” (tocadores de tambores).

OS Exus são espíritos mais evoluídos, do pensam certas pessoas que usam do nome “Dele” para atingir objetivos maléficos, na realidade estão usando espíritos atrasados, eguns ou até mesmo Exu Pagão.
O verdadeiro Exu e suas falanges, pegam esses espíritos (ou os chamados Exus Pagãos), não evoluídos e levam para suas falanges, para trabalharem as visões e mentes deles para que vejam que precisam ter a sua própria evolução.

Os chamados Exu Batizado, foi uma alma humana, que, já mais doutrinada para o bem, evoluindo, trabalhando, dentro do reino da Quimbanda, Umbanda e Candomblé, podendo auxiliar e ajudar as pessoas e espíritos para evoluírem..

Exú Sete EncruzilhadasComando negativo da linha Exú Sete Chaves Comandado de Ogum EXú SETE CAPAS Comandado de Oxossi Exú Sete Poeiras Comandado de Xangô Exú Sete Cruzes Comandado de Yorimá Exú Sete Ventanias Comandado de Yori Exú Sete Pembas Comandado de Yemanjá

Pombo Gira Rainha Comando negativo da linha Exú Sete Nanguê Comandado de para Ogum Maria Mulambo Comandado de Oxossi Exú Sete Carangola Comandado de Xangô Exú Maria Padilha Comandado de Yorimá Exú Má-canjira Comandado deYori Exú Maré Comandado de Oxalá

Exú Tiriri Comando negativo da linha Exú Toquimho Comando de Ogum Exú Mirim Comando de Oxossi Exú Lalu Comando de Xangô Exú Ganga Comando de Yorimá Exú Veludinho Comando de Oxalá Exú Manguinho Comando de Yemanjá

Exú Gira Mundo Comando negativo da linha Exú Meia-Noite Comando de Ogum Exú Mangueira Comando de Oxossi Exú Pedreira Comando de Oxalá Exú Ventania Comando de Yorimá Exú Corcunda Comando de Yori Exú Calunga Comando deYemanjá

Exú Tranca-Ruas Comando negativo da linha Exú Tira-teimas Comando de Oxalá Exú Veludo Comando de Oxossi Exú Tranca-gira Comando deXangô Exú Porteira Comando de Yorimá Exú Limpa-trilhos Comando de Yori Exú Arranca-toco Comando de Yemanjá

Exú Marabô Comando negativo da linha Exú Pemba Comando de Ogum Exú da Campina Comando de Oxalá Exú Capa Preta Comando de Xangô Exú das Matas Comando de Yorimá Exú Lonan Comando de Yori Exú Bauru Comando de Yemanjá

Exú Caveira Comando negativo da linha Exú do Lodo Comando de Ogum Exú Brasa Comando de Oxossi Exú Come-fogo Comando de Xangô Exú Pinga-fogo Comando de Oxalá Exú Bára Comando de Yori Exú Alebá Comando de Yemanjá Relações Existentes Entre as Linhas

Linhas da Umbanda Linhas da Quimbanda Linha de Oxalá Linha Malei Linha de Ogum Linha do Cemitério Linha de Oxossi Linha dos Caboclos da Quimbanda Linha de Xangô Linha de Mossorubi Linha de Yorimá Linha das Almas Linha de Ibêji Linha Mista Linha de Yemanjá Linha Nagô

Ogum de Malei Linha Malei Ogum Megê Linha do Cemitério Ogum Rompe Mato Linha dos Caboclos Quimbandeiros

Linha de Mossorubi Ogum Megê Linha da Almas Ogum Xoroquê Linha Mista Ogum de Nagô Linha Nagô

Símbolo: machado de duas faces e estrela de 6 pontas COR: marrom AMALÁ: 7 velas marrons e 7 velas brancas, cerveja preta, camarão, quiabo, fitas marrom.

Exú Elegbárà: o senhor do poder mágico Exú Bárà: o senhor do corpo Exú L’Onan: o Senhor dos caminhos Exú Ol’Obé: o senhor da Faca Exú El’Ébo:

o Senhor das oferendas Exú Alàfìá: o Senhor da satisfação material Exú Oduso: o Senhor que vigia os Odús.

Exú Sìjídì: comando de Omolú, Nanã, etc Exú Langìrí : comando de Osogiyan Exú Álè: comando de Omolú Exú Àlákètú comando de Oxóssi Exú Òrò:

comando de Odé, Logun Exú Tòpá/Eruè comando de Ossayin Exú Aríjídì: comando de Oxun Exú Asanà: comando de Oxun Exú L’Okè: comando de Obá Exú Ijedé: comando de Logun Exú Jinà:

comando de Oxumarè Exú Íjenà: comando de Ewá Exú Jeresú: comando de Obaluaiye Exú Irokô;

Òkòtó representa o crescimento Agbárá é poder que permite a cada um se movimentar e desenvolver suas funções e seus destinos e recebe o título de Elegbára (senhor do poder).

Exú Àgbá : pai-ancestre (representação coletiva de todos os Exús individuais) Exú Obá : rei-de-todos Exú Alakétu: rei do povo Kétu – Exú Elebo : senhor-das-oferendas Exú Ojìse-ebo :

encarregado e transportador de oferendas Exú Elérú : senhor do erú (carrego) Exú Olòbe : proprietário e senhor da faca Exú Enú-gbárijo : o que transmite as mensagens Exú Bara : o rei do corpo Exú Odara : aquele que guia

Exú 01 abertos e 15 fechadosObá 15 abertos e 01 fechados Ibeji02 abertos e 14 fechadosOxumaré 14 abertos e 02 fechados Ogum 03 abertos e 13 fechados Omulú

05 abertos e 11 fechados Logunedé 11 abertos e 05 fechados Yansã 06 abertos e 10 fechados Oxum 10 abertos e 06 fechados Oxossi 07 abertos e 09 fechados Nanã09 abertos e 07 fechados Oxalá 08 abertos e 08 fechadosLance nulo16 abertos ou fechados

Com efeito a relação entre Exú e Ifá, é uma realidadel, Exú está representado em um das principais emblemas característicos do culto à Ifá (o òpón), onde sua representação é em forma de rosto, de triângulos e losangos.

Ele tem as qualidades dos seus defeitos, pois é dinâmico e jovial, havendo mesmo pessoas na África que usam orgulhosamente nomes como Èxúbíyìí (concebido por Exú), ou Èxùtósìn (Exú merece ser adorado).

Assim, a ordenação aberto-fechado determina que Orixá está falando e o espaço entre os búzios indica o que ele está dizendo, o que está acontecendo à pessoa, não apenas em relação aos seus Orixás, “os donos de sua cabeça”, mas também como outras entidades estão influenciando positivamente ou negativamente em sua vida.

São utilizadas águas de diferentes procedências: água do mar, dos rios, da chuva, etc., Os líquidos ou “Abós” são preparados ritualmente com algumas gotas de sangue animal e com cantos secretos feitos apenas pelos Babalorixás.

Branco Axé Babá!

Roxo Salubá!

Amarelo Ora ieiê!

Tal energia é armazenada nos pontos centrais do terreiro e utilizada para imantar novos objetos ritualísticos ou para a manifestação das entidades em seus filhos.

O “assentamento” é à pedra fundamental do terreiro (onde por ocasião da inauguração são enterrados diversos objetos referentes ao santo da casa) e ao processo de iniciação ritual de um filho no santo ( Iaô), para designar o momento em que a força do Orixá é fixada na cabeça do Iaô;

Estes assentamentos são enterrados por ocasião da cerimônia de inauguração do local, na pedra fundamental da casa ou sob o “Ixé”, um mastro central onde se asteia a bandeira com os símbolos gráficos do Orixá padroeiro.

Apesar do caráter Afro das culturas africanas, o calendário original do candomblé era marcado pelos eventos das quatro estações climáticas, com o solstício de inverno (junho) dedicado aos principais Orixás masculinos (Ogum, Xangô, Oxalá) e o solstício de verão (dezembro) consagrado aos Orixás femininos (Iansã, Oxum, Yemanjá).

Existem ainda no âmbito do terreiro: a tronqueira, o assentamento do Exú protetor da casa, e o Ilê-Saim, a casa dos mortos (eguns) que ainda estão identificados à vida material.

Esses assentamentos, que ficam sempre fora da área do terreiro consagrada aos Orixás, não são alimentados anualmente, mas sim conforme o ciclo lunar de 28 dias e o ciclo diário das marés.

O sangue, juntamente com o álcool e a sexualidade, são veículos materiais que emitem as vibrações indispensáveis aos Exús e aos desencarnados em geral atuarem no plano material e também, aos homens penetrarem em outros estados de percepção e consciência.

Além das cerimônias anuais do calendário, existe um dia da semana consagrado a cada Orixá, que pode ser usado para a entrega de obrigações individuais, feitas de comidas ofertadas e da realização de sacrifícios animais.

As restrições alimentares também condicionam simbolicamente esta identidade permanente entre os homens e os deuses: as proibições consistem em não consumir as substâncias que vibram na mesma freqüência do santo a que se está identificado.

Caso o indivíduo não obedeça a estas restrições alimentares a que se encontra submetido e coma-as, desobedecendo o tempo de preceito, ele sofrerá as quizilas (sensação de nojo, mal-estar).

Na África, visto que os candomblés eram verdadeiras identidades étnicas e haverem laços reais de parentesco entre os grupos que cultuavam uma mesma entidade, esta proibição tinha um sentido genético e cultural.

Mas não se deve pensar que os homens são prisioneiros de um comportamento de meros instrumentos passivos dos deuses: “o santo também é possuído por seus filhos”, que têm um papel ativo, tecendo relações complexas entre os Orixás e a comunidade, multiplicando as relações entre as próprias entidades.

esta reciprocidade que se desenvolve simultaneamente em três níveis: o ciclo anual de “firmeza da casa”, o ciclo mensal de realimentação energética dos fetiches e dos abôs, e o ciclo semanal das obrigações individuais dos iniciados.

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