Fazer o bem melhora sua genética e sua saúde

Imagine viver em total plenitude espiritual na sua vida sem precisar usar remédios, resistindo bravamente a toda sorte de vírus e outras ameaças transmitidas pelo ar ou pelo contato, ficar dezenas de anos sem precisar tomar injeções…  

 O Homem de Bem – Vale a Pena Ser Bom?

Veja:

Assisti casualmente (na realidade, o Universo conspira sem parar, basta estar receptivo) faz uns dez dias, a uma reportagem da Globo News na qual o correspondente de Nova York, Jorge Pontual, trazia a informação promissora com os resultados de uma pesquisa extremamente interessante realizada por Steven Cole, um pesquisador da UCLA (Universidade da Califórnia – Los Angeles).  

Não foi fácil encontrar pela busca na Web o vídeo do programa e menos ainda -com base na fala de Pontual- o texto original com o resumo da pesquisa, publicado em 02 de Agosto de 2013, no site do Medical News Today.  

pesquisa Cole, o cientista americano, dirige um time de especialistas que examinou 21.000 genomas de humanos com referência a duas diferentes classificações de felicidade:   

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Amostras de sangue foram retiradas, mapeando os vários efeitos biológicos dos altruístas e dos egoístas, utilizando um perfil de expressão genética chamado CTRA, algo como “resposta transcricional permanente à adversidade”.  

Fazer o bem  provavelmente evoluiu para ajudar 

Esta resposta, observa Steven Cole, provavelmente evoluiu para ajudar o sistema

imunológico, na sequência da mudança de padrões, tais como ameaças microbianas

que acompanham a mudança das condições sócio-ambientais – por exemplo, conflito social e de contato.  

estudo mostrou que as pessoas que tinham níveis elevados de “bem-estar altruísta”

tinham baixos níveis de manifestação do gene inflamatório e exibiam abundância de

genes antivirais e anticorpos.  

Steven Cole e sua equipe vêm estudando durante os últimos 10 anos como o genoma humano

reage à “psicologia negativa”, incluindo estresse, sofrimento e medo.  

Ele observa que “na sociedade contemporânea, em nosso ambiente muito diferente, a ativação

crônica por ameaças sociais ou simbólicas pode promover a inflamação e causar doenças cardiovasculares, neurodegenerativas e outras, além disso pode prejudicar a resistência

às infecções virais”.  

Fazer o bem  bem-estar altruísta tivessem 

Embora os participantes do estudo com bem-estar altruísta tivessem perfis genéticos positivos

em suas células do sistema imunológico e os do “bem-estar egoísta” tivessem perfis mais

adversos, salienta Cole, que ambos os grupos não percebiam, nem sentiam nada diferente.  

Ressalto aqui a importância –e a responsabilidade– de divulgarmos a verdade, aquele essencial

conhecimento –como o aqui relatado– que tanto pode ajudar o próximo e, sendo devidamente espalhado,

melhorar também o ambiente à nossa volta, multiplicando as boas ações e vindo a

proporcionar a verdadeira felicidade, a que brota do coração, da percepção da Unidade do

Todo que está em tudo!  

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