Frustrações e Sofrimentos Como lidar com esses Sentimentos

Somos todos seres espirituais em contínua evolução e buscamos, a cada momento, o desenvolvimento da nossa individualidade através do conhecimento e do contato com nosso eu interior.  

Frustrações e Sofrimentos

 

Se tomarmos, ao longo da vida, outro rumo, ou se atravessarmos impasses ao longo do caminho, será por algum “erro de percurso”, pois o nosso objetivo primordial é a busca do crescimento, da evolução.  

Infelizmente, levamos muito tempo, às vezes várias e várias encarnações, para perceber que é exatamente através destes “sofrimentos” que estaremos tendo as verdadeiras e reais possibilidades de amadurecimento, à medida que possamos desenvolver nossa paciência e tolerância em viver e assimilar todos estes reveses.  

Veja:

Frustrações e Sofrimentos paciência deve ser usada como instrumento 

A paciência deve ser usada como instrumento de luta, nos dando capacidade para enfrentar os acontecimentos.  

Irritar-se ou revoltar-se com as leis de causalidade, que na maioria das vezes nos traz o que “não agrada”, é apenas agravar um quadro que não pode ser alterado.  

IX do Evangelho Segundo o Espiritismo, pág.128, que fala da Paciência, podemos observar que esta é uma das mais supremas Leis de Deus, que devemos buscar para nosso desenvolvimento moral e espiritual.  

Sede pacientes, pois a paciência é também caridade, e deveis praticar a lei de caridade, ensinada pelo Cristo, enviado de Deus.  

Frustrações e Sofrimentos Da mesma forma 

Somente quando formos capazes de viver nossas frustrações, aceitar nossos limites, nosso “não saber” e entender que todos estes impasses se colocam diante de nós como forma primeira e essencial para o desenvolvimento do que há de mais belo nos ensinamentos de Deus – a Paciência – é que poderemos sentir que estamos caminhando na verdadeira seara da Fé, da Esperança e da possibilidade de um mundo mais tolerante, produtivo e repleto do verdadeiro sentido do Amor.  

Percepções, Sensações e Sofrimentos dos Espíritos 

Espiritualidade afirma que, quando de sua volta para o mundo dos Espíritos, a alma conserva as percepções que tinha quando encarnada na Terra, e que desabrocham-lhes outras, porque o corpo funciona como um véu, obscurecendo-a.  

Devido à importância do tema e da profundidade deste estudo realizado pelo Codificador, vamos fazer um resumo do

mesmo, mas deixando claro que para uma boa compreensão do tema, melhor seria um estudo completo do texto que

corresponde à questão 257 da obra citada.  

Isso ocorre porque o cérebro guardou esta impressão, e o perispírito como elemento de ligação entre o Espírito e o corpo,

transmite do primeiro para o segundo, impressões, e no sentido contrário, sensações.  

Frustrações e Sofrimentos há percepção, sensação, audição, visão 

Sabemos que no Espírito há percepção, sensação, audição, visão, e que essas faculdades são atributos do ser todo e não,

como no homem, de uma parte apenas.  

experiência mostra que o perispírito, quando da desencarnação, não se desprende rapidamente da maneira que a maioria

supõe, e devido a esta ligação, muitas vezes o Espírito crê-se vivo;  

Neste caso não podemos dizer que o que ele sentia era uma reminiscência, conclui Kardec, porquanto ele não fora em

vida, roído pelos vermes: havia o sentimento de um fato da atualidade.  

Entretanto, eles experimentam sensações íntimas, de um encanto indefinível, das quais idéia alguma podemos formar,

porque a esse respeito, somos quais cegos de nascença diante da luz.  

Quando Kardec afirma que os Espíritos são inacessíveis às impressões da matéria que conhecemos, se refere aos Espíritos

muito elevados, cujo envoltório etéreo não encontra analogia neste mundo.  

Quanto aos mais atrasados, cujo perispírito é mais denso, percebem os sons, os odores, etc., porém, apenas por uma

parte limitada de suas individualidades, conforme quando encarnados.  

Esta teoria pode trazer alguma frustração 

Esta teoria pode trazer alguma frustração para aqueles que pensavam que o sofrimento e as dores terminariam com a

destruição do corpo físico, mas notamos que ela é bem lógica e expressa a justiça do Criador, na medida em que vincula o

sofrer do Espírito à maneira vivida por ele, quando encarnado.  

Toda via, se a vida para os valores do Espírito imortal, é a nossa busca, seremos tranqüilamente bem-aventurados, pois

atingiremos aquele estado em que Jesus disse: Bem aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus.  

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