Mulher que recebeu um útero transplantado de uma doadora falecida DEU à LUZ

Mulher que recebeu um útero transplantado. Do útero transplantado de uma mulher falecida, um nascimento vivo Um novo procedimento de transplante pode ajudar mulheres mais inférteis a engravidar.

Mulher que recebeu um útero transplantado

Uma mulher que recebeu um útero transplantado de um doador falecido deu à luz uma criança saudável, disseram pesquisadores no Brasil na terça-feira.
operação, detalhada em um estudo de caso publicado no The Lancet, seguiu 10 outras tentativas de transplante de útero de doadores falecidos nos Estados Unidos, Turquia e República Tcheca.

O sujeito deste estudo, nascido sem útero, recebeu o órgão de uma mulher de 45 anos que deu à luz três filhos naturalmente.

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Inscrever-se para o New York Times Sete meses após a cirurgia de transplante de 10 horas – após o início da menstruação, e uma vez que ficou evidente que o corpo do paciente não havia rejeitado os órgãos, implantou o útero com um dos óvulos do próprio paciente.

No futuro, os pacientes poderão recorrer a bancos de órgãos em vez de procurar voluntários, e os doadores vivos poderão evitar complicações de risco, como infecções ou hemorragias graves.

Com o tempo, os pesquisadores esperam diminuir os efeitos colaterais e os custos, diminuindo a quantidade de medicamentos imunossupressores que os receptores devem tomar.
Um dos maiores desafios pela frente, disse Kirk, será entender as percepções sociais da nova opção.

mãe, que nasceu sem útero, recebeu o transplante de um doador vivo no ano passado no Baylor University Medical Center, em Dallas, e teve um bebê lá no mês passado, disse o hospital na sexta-feira.

pedido da família, o nome, a cidade natal e a data do nascimento estão sendo retidos para proteger sua privacidade, de acordo com Julie Smith, porta-voz do hospital, que faz parte da Baylor Scott & White Health.

Uma nova fronteira, os transplantes de útero são vistos como uma fonte de esperança para as mulheres que não podem dar à luz porque nasceram sem um útero ou tiveram que removê-lo por causa de câncer, outras doenças ou complicações do parto.

Os transplantes devem ser temporários, deixados no local apenas o tempo suficiente para uma mulher ter um ou dois filhos, e depois removidos para que ela possa parar de tomar os medicamentos imunossupressores necessários para evitar a rejeição de órgãos.

Liza Johannesson, cirurgiã do transplante de útero que deixou a equipe sueca para se juntar ao grupo de Baylor, disse que o nascimento em Dallas foi particularmente importante porque mostrou que o sucesso não se limitou ao hospital em Gotemburgo.

Crédito Baylor University Medical Center, via Associated Press “Para fazer o campo crescer e expandir e ter o procedimento para mais mulheres, ele deve ser reproduzido”, disse ela, acrescentando que poucas horas após o anúncio de Baylor, grupos de defesa para mulheres com infertilidade uterina de todo o mundo entraram em contato ela para expressar sua empolgação com as notícias.

Na Baylor, oito mulheres tiveram transplantes, incluindo a nova mãe, em um ensaio clínico projetado para incluir 10 pacientes.

Um receptor está grávido e outros dois – um dos quais recebeu o transplante de um doador falecido – estão tentando engravidar.

Quatro outros transplantes falharam após a cirurgia, e os órgãos tiveram que ser removidos, disse o Dr. Giuliano Testa, investigador principal do projeto de pesquisa e chefe cirúrgico do transplante abdominal.

Tanto o Dr. Johannesson quanto o Dr. Testa disseram que uma grande parte de sua motivação veio do encontro com os pacientes e da compreensão de como ficaram arrasados ​​ao descobrir que não seriam capazes de ter filhos.

Outro hospital, a Cleveland Clinic, realizou o primeiro transplante de útero nos Estados Unidos em fevereiro de 2016, mas falhou após duas semanas por causa de uma infecção que causou hemorragia com risco de vida e exigiu cirurgia de emergência para remover o órgão.

Os doadores passam por uma operação de cinco horas que é mais complexa e retira mais tecido do que uma histerectomia padrão para remover o útero.
Os receptores enfrentam os riscos de cirurgia e medicamentos anti-rejeição para um transplante que, ao contrário de alguém com insuficiência cardíaca ou hepática, não precisam salvar suas vidas.

Suas gestações são consideradas de alto risco, e os bebês têm que ser entregues por cesariana para evitar colocar muita pressão sobre o útero transplantado.
Até agora, todos os nascimentos ocorreram um pouco antes das 40 semanas normais de gestação – entre 32 e 36 semanas.

As mulheres que fazem transplantes não podem conceber o caminho natural, porque seus ovários não estão conectados ao útero, então não há como um óvulo entrar lá.
Antes do transplante, as mulheres recebem tratamentos hormonais para fazer seus ovários liberarem múltiplos óvulos, que são então colhidos, fertilizados e congelados.

Uma vez que a mulher tenha se recuperado completamente da cirurgia e tenha começado a menstruar, os óvulos podem ser implantados no útero, um de cada vez, até que ela engravide.

Na Baylor, a equipe se movimentou muito mais rápido e começou a tentar engravidar as mulheres dentro de alguns meses após a cirurgia, logo depois de começarem a menstruar.
Testa disse que foi idéia dele iniciar as gravidezes mais cedo, porque as mulheres eram jovens e saudáveis ​​e não precisavam de um ano para se recuperar da cirurgia.

Ele argumentou que o tempo de espera apenas os mantinha em medicamentos anti-rejeição – que têm efeitos colaterais significativos – por mais tempo do que o necessário.

 

Doação e Transplante de Órgãos na Visão Espírita

Fernando Rossit 12/10/2017 Doutrina Espirita Comentários desativados em Doação e Transplante de Órgãos na Visão Espírita 1,776 Vistas

A Doutrina Espírita, fundamentada numa bioética do amor, amplia o debate e oferece relevante contribuição ao tema”, declara o médico anestesiologista Carlos Roberto de Souza, presidente da Associação Médico-Espírita de Campina Grande (PB).

Como pensar nos transplantes, sob o ponto de vista espírita?

Carlos Roberto de Souza – A doação deve ser voluntária e consciente. Para o doador, é uma atitude de desapego à matéria e de amor ao próximo, que lhe traz benefícios espirituais. Para o receptor, é um exemplo da misericórdia divina que permite, por moratória, a continuidade da existência física.

Você considera seguras as avaliações clínicas da morte encefálica?

Souza – Sim, se forem realizadas de acordo com a Resolução CFM 1.408/97, que tem como base critérios científicos, os quais definem o que é parada total e irreversível das funções encefálicas, principalmente do tronco encefálico, cuja destruição leva à separação da alma do corpo físico.

Como o coração ainda bate, haveria, de alguma forma, repercussão negativa sobre o doador, no momento do transplante? Se houver, há meios espirituais de contorná-la?

Souza – Sim, dependendo da situação evolutiva do ser espiritual e quando a retirada do órgão é feita contra a sua vontade. Nesses casos, os efeitos negativos podem ser atenuados, pelos benfeitores espirituais, por meio do magnetismo curativo, dos esclarecimentos do espírito a respeito dos benefícios do ato de doação e também pelas preces de agradecimento feitas pelos receptores dos órgãos.

Você conhece casos da literatura mediúnica espírita que traz a descrição feita pelo espírito doador sobre o transplante efetuado?

Souza – Sim, uma mensagem do espírito Roberto Igor Porto da Silva, sobre a doação do seu coração para transplante, e outra de Wladimir César Ranieri, referente à doação de suas córneas, ambas psicografadas por Chico Xavier e publicadas na Folha Espírita de fevereiro de 1998. Eles relatam que, apesar de a doação ter sido involuntária, foram beneficiados com o ato e fariam tudo novamente.

Que existe de real quanto à repercussão dos hábitos do doador no transplantado?

Souza – Existem muitas teorias que tentam explicar o fenômeno da “memória celular” registrado nesses casos, o que necessita de mais estudos. Mesmo considerando que, inicialmente, os órgãos do doador estejam impregnados de sentimentos, uma vez que ele é transplantado, automaticamente, passa a receber a influência dos moldes perispirituais do receptor e a obedecer ao novo comando mental. Uma influência psicológica e comportamental do doador só é possível quando o receptor mantém sintonia mental na mesma faixa vibratória do doador (desencarnado).

Qual o futuro dos transplantes?

Souza – Muito promissor, principalmente pelas descobertas de medicamentos (Bortezomib) e desenvolvimento de novas técnicas (como no transplante de traqueia), que diminuem ou eliminam a rejeição, reduzindo a necessidade do uso de imunossupressores. Também pelo maior esclarecimento da população, que vem aumentando a oferta de órgãos e possibilitando a dilatação da existência e a diminuição do sofrimento daqueles que merecerem continuar encarnados e souberem aproveitar, por meio da renovação moral, a nova oportunidade concedida pela bondade divina.

Fonte: https://www.kardecriopreto.com.br/doacao-e-transplante-de-orgaos-na-visao-espirita/

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