BELCHIOR UMA PSICOGRAFIA POÉTICA

BELCHIOR UMA PSICOGRAFIA.  Ocupação: Cantor e compositor Período de atividade 1965–2009 Carreira musical Gênero(s) MPB, rock, blues, folk rock, country rock Instrumento(s) Vocal e violão Gravadora(s) Copacabana Continental Chantecler Phonogram WEA Paraíso Discos Camerati PolyGram MoviePlay GPA Velas BMG Universal Music Som Livre Afiliações Lista[Expandir] Antônio Carlos Belchior,[1] mais conhecido como Belchior (Sobral, 26 de outubro de 1946 – Santa Cruz do Sul, 30 de abril de 2017),[2] foi um cantor e compositor brasileiro.

BELCHIOR UMA PSICOGRAFIA POÉTICA

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Um dos membros do chamado Pessoal do Ceará, que inclui Fagner, Ednardo, Rodger, e outros, Belchior foi um dos primeiros cantores de MPB do nordeste brasileiro a fazer sucesso nacional, em meados da década de 1970.
Em certa época, Belchior fez uma brincadeira adicionando os sobrenomes dos pais ao seu, dizendo que seu nome completo seria: “Antônio Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes”, para dizer que seria o “maior nome da MPB”.[1]

Seu álbum Alucinação, de 1976, é considerado por vários críticos musicais como o mais revolucionário da história da MPB e um dos mais importantes de todos os tempos para a música brasileira.[3][4][5][6] Não a toa, em 2012, Belchior apareceu na posição 58 da lista As 100 Maiores Vozes da Música Brasileira pela Rolling Stone Brasil.

Em 1971, quando se mudou para o Rio de Janeiro, venceu o IV Festival Universitário da MPB, com a canção “Na Hora do Almoço”, cantada por Jorge Melo e Jorge Teles, com a qual estreou como cantor em disco, um compacto da etiqueta Copacabana.

Em São Paulo, para onde se mudou, compôs canções para alguns filmes de curta metragem, continuando a trabalhar individualmente e às vezes com o grupo do Ceará.
Sua discografia inclui Um show – dez anos de sucesso (1986, Continental) e Vício elegante (1996, GPA/Velas), com regravações de sucessos de outros compositores.

 

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