Canção RARA SECRETA de CURA dos ÍNDIOS de uma CAVERNA

No centro dos Estados Unidos em uma reserva  de índios existe uma tribo que faz ritual

xamânicos no interior de uma caverna a alguns milhares de anos. 

Canção SECRETA de CURA dos ÍNDIOS de uma CAVERNA

Esse ritual de cura só pode ser feito por mulheres

no interior da caverna, nesses anos todos nunca

um homem entrou na caverna.

Essas mulheres xamãs onde fazem rituais de curas,

cantos e preces direcionadas aos doentes de todo mundo.

Nenhum homem jamais entrou lá, mas uma dessas

mulheres xamãs entrou com um aparelho para gravar

um desses cantos de cura, o gravador foi capaz de capturar também o som de grilos e gostas de águas existentes na caverna. Essa gravação foi apresentada pra nós pelo professor Wagner Borges em um trecho de seu

programa de rádio “Viagem Espiritual” no dia 10/10/10.

Muitas pessoas ainda se surpreendem: — Xamanismo?!

O que é isto?

Serve para quê?

Inúmeras também têm sido as respostas…

só que poucas revelam realmente o conhecimento.

A maior parte se escuda no mau uso da neurolingüística

para tentar segurar ou garantir adeptos…

— Xamanismo?

Xamã?

Por acaso isto é religião?

Muitos estudiosos sustentam que xamanismo

é uma religião e xamã, um sacerdote. É isso, mas

não é só isso.

Podemos admitir tratar-se de uma religião se

analisarmos a questão pelo aspecto morfológico

da palavra, originária do latim religare, ou seja,

a religação do homem com os aspectos do sagrado.

É religião se observarmos que o xamã acredita e se

relaciona com forças sobrenaturais e elementais consideradas criadoras do Universo e que estas

forças são respeitadas, adoradas, obedecidas e ainda invocadas nas cerimônias e rituais, quer sejam de agradecimento, de iniciação ou de passagem e de cura…

— Mas o que é, afinal, xamanismo?

caverna

Entre outras coisas, é a maneira sagrada de ver a vida, de viver

— daí ser sua prática codificada como uma demonstração religiosa — é se relacionar com o cosmo, o Planeta

e todas as formas de vida que nele existem, além

de conviver harmonicamente com os outros níveis da realidade não-comum (aqueles que estão além da experiência do mundo físico).

Xamanismo é um estado de consciência, encontrado em todas as épocas, desde o surgimento do primeiro homem sobre a face da Mãe Terra, desenvolvido para

compreender o meio ambiente e viver pacífica e harmonicamente com ele.

Nesta prática, o xamã esquece a questão de

dominar a natureza e procura entrar em perfeito

estado de comunhão com ela pelo contato que

faz com as forças cósmicas e energias intrapsíquicas

que lhe possibilitam receber as mensagens dos

povos mineral, vegetal, elemental e animal, entre

o qual se inclui o próprio ser humano.

Aí também ele consegue perceber a unidade

sagrada da realidade que permeia todas as

outras dimensões além das que conhecemos e já devidamente codificamos.

Por isto mesmo as práticas xamânicas são

opostas ao centralismo da cultura e do

conhecimento ocidentais limitados por visões

reducionistas e pobres da natureza, do espírito,

do sagrado e do próprio homem.

Xamanismo também é definido como a

medicina tradicional das almas e o caminho

que leva aos estados de consciência capazes

de alcançar o conhecimento e a sabedoria do

mundo oculto atrás do mundo, embora ainda

haja quem encare este meio de transformação

como uma doença mental, um estado de

alucinação ou de loucura, mesmo sabendo

o quanto cientistas renomados nos mais

diversos ramos da ciência ousam aventurar-se

nas iniciações e práticas xamânicas em busca

do elo perdido. A palavra xamã, originária da língua tunguska, Sibéria, significa aquele que tem o

conhecimento, o que conhece os segredos,

o que detém o poder de visitar os outros mundos.

Quem faz ou é tudo isso senão os nossos

curandeiros, pajés, curadores e homens medicinas

tão conhecidos ao longo da história e que em

passado ainda não muito distante, dentro

das comunidades tribais, eram os zeladores e

cuidadores espirituais dos nossos ancestrais?

Os dicionários

— talvez para economizar palavras

— não explicam o que é ou quem é o xamã, e sobre xamanismo limitam-se a esclarecer tratar-se

de uma religião praticada “por certos povos

do Norte da Ásia, baseada na crença de que

os espíritos maus ou bons são dirigidos pelos xamãs

a religião de certas tribos indígenas norte-americana

s e a dos esquimós, de crença semelhante à do xamanismo”.

Bastante esclarecedor!

Desde o início do século XX, estudiosos e

curiosos voltaram-se para resgatar o conhecimento do qual falavam alguns

remanescentes destas culturas consideradas

primitivas e começaram a perceber o seu valor e

o quanto o homem havia se desviado do conhecimento

e do caminho original. Dentre eles destacam-se

o psicólogo e psicanalista Carl Gustav Jung, o sociólogo Michael Harner (criador de institutos de

pesquisas xamânicas em alguns lugares do mundo), o antropólogo e escritor Carlos Castañeda

(ele próprio iniciado nos rituais da Tradição

do povo Yaqui, de Sonora, no México, pelo

velho curandeiro Don Juan Mattus), Mircea Eliade, especialista em culturas primitivas, o historiador Dee Brown, entre outros.

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