Depoimento de um Usuário de Drogas Sobre seu Desencarne

Semelhante a ondas de rádio, ondas de celular, ondas de tv que passam pelo nosso corpo todas ao mesmo tempo sem que consigamos ver, o mundo espiritual ou os espíritos melhor dizendo, estão ao nosso redor, nos influenciando e sendo influenciados por nós, e estão em outra dimensão, não visível a olho nú.  

DROGADOx DEPOIS DE DESENCARNAR PARA ONDE FUI?

Por isso para largar qualquer vício você tem que ser muito forte: tem que ter a força de 3 ou 4 pessoas, fora a sua, porque do seu lado ficam 3 ou 4 (ou mais) espíritos de viciados te influenciando a usar drogas 

Isto pode ser feito no local espiritual onde você se sinta melhor: numa igreja católica, numa igreja evangélica, num centro espírita kardecista, num centro espirita de umbanda, etc…  

Muito provavelmente em sua futura vida física terá sequelas no corpo físico, nascendo com deficiências físicas, para aprender a valorizar um corpo perfeito, que já tinha e desperdiçou quando usava drogas.  

É preciso um trabalho constante e forte para recuperá-los e enviá-los para continuarem o tratamento nas colonias espirituais, tudo sob a proteção espiritual dos amparadores de elevada luz, de Deus, Jesus, Buda, Krishna, ou o dirigente da linha espiritual com que se afinizem.  

Veja:

Quem é usuário de drogas? 

Pode ser evangélico, católico, espírita, umbandista, hare-krishina, não importa qual, Deus é um só, tem vários

trabalhadores em várias linhas de entendimento, então se afinize com alguma e ore muito pedindo proteção a Deus e faça

sua parte: evite as drogas, frequente algum local onde se sinta bem (espiritualmente falando) e aumente sua conexão com

Deus.  

Eu que aqui vos escrevo posso dar um depoimento verídico e pessoal: Uma pessoa da minha família que

era cosumidora frequente de cerveja (numa quantidade absurda, bem acima de um padrão aceitável-tomava várias caixas

de cerveja sozinha num dia) acabou do nada adquirindo uma doença que fazia com que toda vez que bebesse cerveja

sentisse fortíssimas dores ao urinar.  

Procurando explicações espirituais fui informado que aquela doença foi criada de propósito para que esta pessoa parasse

de beber alcool (cerveja) porque seu corpo espiritual (espírito) estava se deformando pelo vício, e ela nasceria com

deficiência física naquela região comprometida (deformada) se persistisse bebendo.  

EVITE USAR DROGAS. USE A INTELIGÊNCIA!!! 

Um pequeno prazer não paga uma gigantesca DOR.  

Abaixo repassamos depoimentos de usuários de drogas que fizeram tratamento e se recuperaram.  

Esperamos que estes relatos ajudem pessoas que estão na mesma situação.  

DEPOIMENTOS DE USUÁRIOS DE DROGAS 

Ela ficou grávida, aos 17 anos, e  teve que se casar muito cedo.Muito novos, meus pais não conseguiram ficar muito

tempo no casamento então a mocinha foi morar fora com a filha, mas a vida precisava ser vivida e conhecida.Então ,eu fui

morar com meus avó paternos, que me acolheram e, com eles, morei até os 15 anos.Não conhecia direito as drogas mas

conhecia muito bem a palavra NÃO, já era uma menina mimada e tudo que eu queria, eu conseguia.  

LSD, bala (ecstasy), comprimido de emagrecer que eu tomava com bebida para ficar elétrica, potenay (anestésico de

cavalo injetável), lança perfume, tudo que me deixava louca eu usava.Com isso eu não tinha mais tantas oportunidades de

emprego, minha família não fazia parte mais da minha vida, pois eu não queria mais eles perto só queria meus amigos ou

namorados usuários.Minha vida era um vazio, uma frustração, escuridão pois na hora da droga eu sempre queria aquela

primeira sensação que eu sentia quando eu usei pela primeira vez e com o álcool eu queira ficar alegre ,mas sempre

exagerava, e eu achava que eles iam preencher esse vazio e quando isso não acontecia, vinha a depressão que sempre

ocorria depois do efeito da droga.  

Minha vida ficou sem sentido 

Minha vida ficou sem sentido, tentei me matar algumas vezes, meus ex namorados já me agrediram.E quem me tirou   dessa escuridão foi minha família que eu sempre me afastei.  

Hoje estou de recuperação há 11 meses e ficar sem álcool, sem droga e sem festas e estar do lado da minha família é o

maior presente que eu tenho pois hoje eu tenho amigos de verdade, e não traficantes do meu lado, tenho pessoas que me

amam e torcem por mim e sei que tenho uma doença incurável, progressiva e fatal que se eu não cuidar posso voltar para

onde eu estava e ficar pior ainda.Pois eu não sou diferente do cara que está na rua pedindo esmola para comprar uma

garrafa de bebida álcoolica, ou o cara que está fumando crack na rua, a pessoa é diferente mas a doença é a mesma se

eu não tratar eu vou para o caixão!  

Contudo, bebedeira é algo deprimente e não dá “status”, então passei a fumar maconha e esta deixava-me sonolenta,

sentia-me lerda e desejei algo mais forte, que produzisse efeito contrário, que despertasse meu cérebro, por isso,

propositadamente, envolvi-me com um rapaz que usava ácido e anfetaminas (drogas de farmácia) e tomava uma média

de dez comprimidos por dia, havendo, porém dias que ingeria trinta drágeas.  

Continuei a fazer uso 

Continuei a fazer uso de “bolinhas” e rapidamente entrei para a turma dos “Piratas” que era formada por uns vinte

roqueiros do bairro que além de usarem drogas, faziam pequenos furtos como toca-fitas de carros, cantinas de escolas,

bares e até mesmo a secretária da Igreja Católica do lugar, foi surpreendida com o furto de suas máquinas de escrever e

de xerox, mas apesar de alguns atos injustos praticados por mim, nunca fui presa pela polícia, sedo somente revistada por ela.  

Como sempre, a insatisfação se fez presente e a turma passou a usar drogas injetáveis (prefiro não dizer os nomes), as

quais destilávamos e aplicávamos nas veias dos braços com agulha grossa que fazia um rombo nas mesmas e depois de

três ou quatro “baques” (injeções de drogas) a veia sumia e por isso acontecer, passávamos a injetar nas veias das pernas

e dos pés.  

Continuei no submundo da vida, passando semanas na rua, sem comer sem banho e quando o sangue provocado pelos

“baques” constantes que me injetava, escorria pelo meu braço, pingando no tênis, tentava impedi-lo limpando-o na calça e

dormia em qualquer beco, cômodo, debaixo de marquises, até que passamos a usar cocaína, a arrumar brigas pesadas

com a turma dos “Carecas” e dos “Punks”,  roubávamos, ouvíamos rock pesado.  

 A minha vida continuou sem sentido 

A minha vida continuou sem sentido e parti para a segunda internação, desta vez em São Paulo, no Hospital Psiquiátrico

de Vila Mariana.  

A vida começou a ter um certo significado para mim com essa nova descoberta, até um amigo apareceu dizendo haver

uma clínica de recuperação de 12 passos.  

Substitui meus defeitos de caráter por princípiod espirituais como honestidade, mente aberta, boa vontade, paciência,

tolerância, humildade……muito além da teoria, aprendi a praticar e a habilidade para lidar com todas as situações da

minha vida eu criei com a prática.  

Confissões de um drogado desencarnado 

Tinha os meus heróis, as minhas escolhas, os meus complexos e as minhas paixões.  

Achava bonitas as brigas ao final das aulas, as pichações nas paredes do bairro, os palavrões que saiam da minha boca

como se fossem vírgulas.  

Como não tinha dinheiro para sustentar o meu vício, comecei a fazer o que todos fazem nesta situação, roubar.  

Primeiro em casa, depois, nas casas dos meus parentes e por fim nas ruas.  

Então, fui até “ a boca” e  utilizei  todo o lucro que o roubo do dia anterior me permitiu comprar.  

Agora me encontro aqui, vagando pelos guetos escuros, buscando sugar as energias de outros jovens que destoem-se na

busca incessante pelo prazer.  

Se eu soubesse que os meus problemas eram extrafísicos  

Se eu soubesse que os meus problemas eram extrafísicos e que mesmo após a “morte” continuaria experimentado as

necessidades e os medos que tanto me atormentaram durante a minha curta vida …  

Pai, me ajude no cumprimento do meu dever de buscar o perdão daqueles que tanto prejudiquei, e me dê forças para

iniciar o caminho em busca da minha reforma intima.

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