Guerra na Visão Espírita

Guerra na Visão Espírita. Qual a causa que leva o homem à guerra?

Guerra na Visão Espírita

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— Predominância da natureza animal sobre a espiritual e a satisfação das paixões. No estado de barbárie, os povos só conhecem o direito do mais forte, e é por isso que a guerra, para eles, é um. estado normal. A medida que o homem progride, ela se torna menos freqüente, porque ele evita as suas causas e, quando ela se faz necessária, ele sabe adicionar-lhe humanidade.

A guerra desaparecerá um dia da face da Terra?

— Sim, quando os homens compreenderem a justiça e praticarem a lei de Deus. Então todos os povos serão irmãos.

Qual o objetivo da Providência ao tornar a guerra necessária?

— A liberdade e o progresso.

– a) Se a guerra deve ter como efeito conduzir à liberdade, como se explica que ela tenha geralmente por fim e por resultado a escravização?

— Escravização momentânea para sovar os povos, a fim de fazê-los andar mais depressa.

Que pensar daquele que suscita a guerra em seu proveito?

— Esse é o verdadeiro culpado e necessitará de muitas existências para expiar todos os assassínios de que foi causa, porque responderá por cada homem cuja morte tenha causado para satisfazer a sua ambição.

Olá amigos

“Ouvireis falar de guerras e rumores de guerra. Olhai, não vos assusteis, porque é preciso que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim”- advertiu o Mestre, em Mateus 24:6.

Enquanto reencarnarem aqui espíritos atrasados como a maioria dos atuais habitantes, não poderia, mesmo ser de outra forma. Mas, assim que eles forem retirados daqui, utilizados pela Sabedoria Divina para evolução de mundos selvagens, onde se depurarão no sofrimento e serão úteis com os conhecimentos que já detêm, elevada a Terra a mundo de regeneração, nela prosseguirão seu avanço rumo a felicidade eterna apenas espíritos regenerados, pacíficos pôr natureza.
Não avisou o Cristo que os mansos são bem-aventurados que herdarão a terra?
Façamos nossa parte na evolução da Terra, regenerando-nos. Construamos a Paz dentro de nós mesmos para então compartilhá-la com aqueles que nos são companheiros neste mundo.

No livro “Elucidações do Além” psicografia de Hercílio Maes- Editora Freitas Bastos, o espírito Ramatis tece importantes esclarecimentos sobre as almas enfermas dos responsáveis pelas guerras:

“Os tiranos, fazedores de guerra e os exterminadores de povos, depois da morte física enfrentam, pôr longo tempo, problemas terríficos e cruciantes de acordo com a extensão dos seus crimes e segundo a soma exata de todos os minutos que empregaram nos atos de perversidade, vandalismo e prejuízo à humanidade. No entanto, depois de submetidos aos processos de retificação espiritual, mediante reencarnações sucessivas, que se processam através dos séculos, eles também logram a sua melhor graduação para os ensejos angélicos do futuro!(…)
(…) Nenhum tirano, pôr mais poderoso e cruel, pode conduzir sozinho uma nação à guerra e ensopar de lágrimas o mundo. Ele, para atingir os seus fins bestiais, precisa do apoio incondicional dos próprios compatriotas e súditos.(…)
(…) Os tiranos, os sátrapas e os opressores da humanidade são “pontas de lança” que abrem as comportas das paixões de amplitude coletiva. Eles não criam homens perversos, cúpidos e sanguinários.(…)
Porém, na balança Divina, a culpa coletiva das atividades guerreiras divide-se, proporcionalmente, a cada um dos seus participantes.(…)
Nenhum tirano ou déspota pagará pelo crime do seu soldado ou subalterno que, exorbitando do seu dever, deita fogo na casa pacífica, mutila o prisioneiro fujão, profana a moça indefesa ou trucida velhos, crianças e mulheres inofensivos. …

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E como reencarnam esses espíritos?

Sob o violento e desordenado abalo do perispírito, alteram-se as linhas de força na composição dos genes e no ajuste dos cromossomas do corpo físico. Então o déspota surge à luz da vida terrena, parvo, alienado do cérebro e dos nervos, vivendo sob a chacota e o sarcasmo que tanto subestimou e prejudicou no passado.

A GUERRA, SEGUNDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS

Em O Livro dos Espíritos- cap. VI DA Terceira parte, no item III- Guerras, a Espiritualidade Maior Responde à Kardec:

Perg. 742- Qual a causa que leva o homem à guerra?
Predominância da natureza animal sobre a espiritual e satisfação das paixões. No estado de barbárie os povos só conhecem o direito do mais forte, e é pôr isso que a guerra, para eles é um estado natural. À medida que o homem progride, ela se torna menos freqüente, porque ele evita as suas causas, e quando ela se faz necessária ele sabe adicionar-lhe humanidade.

Perg. 743- A guerra desaparecerá um dia da face da terra?
Sim, quando os homens compreenderem a justiça e praticarem a lei de Deus. Então, todos os povos serão irmãos.

Perg. 744- Qual o objetivo da Providência ao tornar a guerra necessária?
A liberdade e o progresso.

Perg. 744- Se a guerra deve Ter como efeito conduzir á liberdade, como se explica que ela tenha geralmente pôr fim e pôr resultado a escravidão?
Escravidão momentânea para sovar os povos, a fim de faze-los andar mais depressa.

Perg. 745- Que pensar daquele que suscita a guerra em seu proveito?
Esse é o verdadeiro culpado e necessitará de muitas existências para expiar todos os assassínios de que foi causa porque responderá pôr cada homem cuja morte tenha causado para satisfazer sua ambição.

((Esse artigo foi retirado da Resvista Espírita, pg.17e18, do mês de Maio))

Muita Paz para todos

Liana

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