A INCRIVEL AVENTURA DE UM BRASILEIRO EM OUTRO PLANETA ANTONIO ROSSI

INCRÍVEL AVENTURA DE UM BRASILEIRO. O verdadeiro “boom” ocorreu nos anos 50 do século passado, quando o polonês radicado nos Estados Unidos, George Adamsky, admitiu, publicamente, que fora contatado por seres altos e loiros

ANTONIO ROSSI: A INCRÍVEL AVENTURA DE UM BRASILEIRO EM OUTRO PLANETA

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supostamente do planeta Venus e com eles teria viajado ao espaço exterior, orbitando a Lua e outros astros.
maioria duvidou das suas palavras e das suas fotos obtidas nas imediações do célebre observatório do Palomar, na Califórnia.

INCRÍVEL AVENTURA DE UM BRASILEIRO

O Brasil não foi alheio a esta situação e apareceram alguns cidadãos, como o professor de direito, o Dr. João Freitas Guimarães

– em 16 de junho de 1956

– ou do metalúrgico Antonio Rossi em 1957.

A imprensa destacou as peripécias do acadêmico, mas pouco falou sobre o proletário que teve a coragem de publicar em 1959 um livro intitulado “Num disco voador visitei outro planeta”.

a outra de que estes dois cidadãos não teriam porque arriscar a sua credibilidade na sociedade em que viviam especialmente o professor de direito pela sua condição de homem público.

Coragem ou desvario, a determinação destes e de outros homens de falar aos meios de comunicação de então sobre a possibilidade de vida fora da Terra é, no mínimo, admirável.

Nada tinham que ganhar – o livro de Rossi teve escassa repercussão e a maioria dos exemplares foram presenteados aos amigos – e sim muito que perder tanto no seu âmbito social.

Mas um belo dia de dezembro de 2005 quem escreve estas linhas conseguiu localizar, telefonicamente, ao senhor Antonio Rossi.

Confesso que não pude reprimir a emoção ao escutar do outro lado da linha (eu estava em Madri, na

Espanha) a voz do homem que dizia ter viajado a um estranho planeta habitado por seres altamente inteligentes e desenvolvidos.

Hoje, transcorridos mais de 50 anos desde sua experiência, Antonio Rossi, com quase 89 anos,

continua afirmando peremptoriamente e com naturalidade que viveu tudo aquilo que contou no seu raríssimo e esquecido livro.

Isto era muito mais que um subtítulo, pois destilava um conceito que remontava às antigas viagens medievais, quando tudo era “espantoso e maravilhoso”, ao mesmo tempo em que deixava aberta uma porta para o futuro, para a evolução e modernidade.

prefácio da obra foi escrito pelo general Levino Cornélio Wischral, importante militar do exército no estado de São Paulo.

O jovem estava entretido em uma pescaria quando, ao girar a cabeça, topou-se com duas estranhas criaturas a uns 30 metros de distância.

Não possuíam órgãos sexuais aparentes, eram altos, com dois metros de altura e tinham somente dois dedos em cada mao e pé, sendo desprovistos de cabelos.

Tinham olhos exageradamente grandes e pupilas amareladas – não tinham sobrancelhas – e de seus rostos emanava um ar de bondade.

então poderá relatar aos seus semelhantes tudo o que viu e aprendeu…”

– disse um dos seres, conforme se narra no livro.

Sua altura, na parte central, onde havia uma cúpula, seria de uns 9 metros e pairava no ar, livre de contato com o solo, a meio metro de altura.

Rossi entrou por uma porta, subindo por uma escada e no interior do aparelho encontrou outro ser com as mesmas características dos anteriores.

Quando visitei Rossi, em julho de 2007, em sua humilde casa num bairro periférico do Rio de Janeiro, este rememorou aquela aventura impressionante.

sala onde se encontravam os três seres tinha oito metros de diâmetro, era completamente redonda, de paredes lisas, com teto curvo em formato de cúpula, e bem iluminado.

Por todos os lados não se projetava uma única sombra, dando a impressão que a luz provinha de todas as paredes do disco voador.

interessante perceber que em outros casos ou de convites para viajar em naves espaciais

– supostamente extraterrestres

 

– se dão estas duas condições: a do passageiro beber um líquido para prepará-lo para a travessia e a existência de uma iluminação homogênea e que parece proceder de todos os lados…

No centro havia uma mesa circular de dois metros de diâmetro e umas doze banquetas fixas ao solo, de 60 centímetros de altura.

Este possuía três metros de comprimento e 1,80 metros de altura e uma série de “estrias, alavancas e botões, tendo no centro uma tela ovalada de uns 70 centímetros de ponta a ponta”.

Por mais que olhasse, o viajante terrestre não encontrou fios, ligações, ponteiros, tomadas ou relógios de registro como os utilizados nos nossos aviões.

As alavancas pareciam correr em estrias ou caneletas e havia outros dispositivos desconhecidos, tendo, por baixo, assinalação de pequenos traços

– recorda Rossi apertando seus pequenos olhos, como se estivesse tentando ver novamente o interior da nave.

Em vão Rossi tentou descobrir alguma porta, mas uma abriu-se no sentido de “correr” mas as suas

reentrâncias haviam desaparecido ao fechar-se.Tudo que Rossi podia ver possuía formas arredondas, não havia absolutamente nada quadrado ou com ângulos retos.

Aparece então uma bola esverdeada no centro da imagem que foi aproximando-se, pouco a pouco,

onde se observavam rios, montanhas, lagos e logo o que parecia ser a cidade de São Paulo com os seus edifícios e o aeroporto de Congonhas com espantosa nitidez e proximidade.

Quando a nave se aproximou do planeta dos seres, Rossi vislumbrou uma cidade em forma oval que parecia ser feita toda de vidro.

Este, vestido de calças de pescaria, camisa rasgada, mangas arregaçadas e um velho sapato de borracha, com um facão à cinta, se sentia incômodo com um vestuário tão andrajoso.

Também observei que as ruas tinham formato de tubos de um material parecido ao vidro, talvez com 180 metros de largura e as calçadas com uns 40 metros de largura.

Nesse momento o terrestre percebeu a diferença entre homens e mulheres pelo comportamento de

maior delicadeza do sexo feminino, embora não possuíssem seios aparentes e outros sinais sexuais externos.

Na verdade, o visitante saberia, mais tarde, que a população daquele mundo extraterreno vivia uma

espécie de socialismo avançado que “facilitava a recuperação moral e física dos menos favorecidos pela sorte”.

Entre muitas coisas que comentou, Jânsle destacou que o seu povo se reproduzia de uma forma peculiar: através do “ósculo germinativo”, isso é, a partir de uma espécie de prolongado beijo…

Ao não possuírem órgãos sexuais, a mulher é dotada de uma bolsa para a gestação, bem como uma pequena incisão para permitir o nascimento do filho.

Além dos esportes, uma das atividades mais apreciadas pelos habitantes daquele planeta é o cultivo de flores, que soem viver entre 180 e 220 anos.

Lançam para o alto fortes jatos de gases que se inflamam produzindo luz fria e estabelecendo uma grande abóbada a uns 100 metros de altura.

Em relação à alimentação, os seres do planeta de Jânsle (cujo nome não quis revelar) se valem de “sucos vitamínicos” produzidos por frutos das árvores.

Com um terceiro instrumento projetou outro líquido transparente, pegajoso, que se acumulava nas cavidades da ferida, uma espécie de plasma que cicatrizava a ferida – relembrava Rossi.

As suas “igrejas” ou “campo de culto” eram formados por quarenta grandes abrigos arredondados, sem

paredes laterais, cujos telhados, em forma de cúpula, eram sustentados por colunas dispostas em simetria.

No centro, em uma mesa redonda, via-se uma espécie de aparelho de televisão (“fone-visao”) onde se

projetavam imagens de ensinamentos religiosos, como o do “amai-vos uns aos outros”, por exemplo.

Consideram que a “vida é uma só e eterna”, e fazem “estágios” atravessando as “fases da vida pelos

diversos planetas, quase sempre repetindo a lição três, quatro, oito e até dez vezes, vivendo no mesmo orbe”, segundo as palavras de Jânsle.

O jogo consiste na movimentação rápida e constante dos jogadores sobre os círculos por todo o campo,

cabendo aos defensores impedir os atacantes, que surgem pulando de círculo em círculo, de atingir sua meta, localizada na meia-lua final de cada extremo do campo.

Uma luz atingiu o rosto de Rossi com o capacete posto na cabeça e, nesse momento, lhe foi sugerido criar um “desenho mental”.

O terrestre pensou no morro do Corcovado, do Rio de Janeiro e, abrindo os olhos, viu, na tela posta

diante de uma mesa, o contorno do Corcovado com o Cristo Redentor no alto, tal como havia mentalizado…

Estes são exímios nadadores e mergulhadores, mas se enfrentam terríveis e devoradores monstros marítimos, semelhantes aos extintos brontossauros e dimetrodons.

Calculou que a sua viagem de ida demorou umas 4 horas, outras tantas para voltar e que ficaram outras quatro no planeta.

O atordoado metalúrgico caminhou um pouco até encontrar os companheiros de pescaria que,

preocupados, perguntaram onde ele havia passado a noite, pois não o haviam encontrado.

Passados esses dias, o metalúrgico decidiu reunir os seus amigos de trabalho à hora do café para contar-lhes o sucedido.

outros que só se alimentar de líquidos não servia…ou seja, ninguém acreditava na minha história – me dizia Rossi encolhendo os ombros.

Durante quase dois dias em que estive junto com Antonio Rossi e sua esposa, confirmei que era um

homem de vida normal, e me surpreendeu sua vivacidade e prodigiosa memória a pesar da idade.

Dizia-me que, em parte, isso se devia aos alimentos líquidos que havia ingerido no longínquo planeta, que lhe deram um alento tão grande que até hoje se sente robustecido.

Jânsle também adiantou alguma “profecia” a Antônio Rossi, como que no ano 2030 haverá uma “verdadeira metamorfose moral e física, ao lado de uma mudança radical em todos os setores da vida humana”.

médico extraterrestre assegurou que o país onde um simples rebitador for um engenheiro, o plantador

de hortaliças um médico, ou o consertado de rádios, um professor, são os que ditarão a paz do mundo.

em suma pelo nosso amor ao semelhante, qualidade que somos obrigados a usar, senão pelo livre arbítrio”, teria dito Jânsle a Rossi.

nascimento de uma nova raça terrestre, pela fusão das existentes, era outro dos pontos analisados pelo médico cósmico.

As atuais zonas geladas do planeta Terra se converterão em terras férteis e os recursos naturais

poderão, racionalmente, cobrir as necessidades de 16 bilhões de seres humanos que poderiam viver uns 40 anos mais que a média atual.

médico alienígena alertava para a proteção da fauna e da flora terrestre – já nos anos 50 – e que deveríamos evitar a devastação das selvas.

Uma das coisas mais interessantes reveladas ao terráqueo é que o câncer seria provocado por vírus e que as pesquisas médicas deveriam dirigir-se nesse sentido.

Quatro ou cinco anos depois da viagem de Antônio Rossi a outro mundo, quando ele já residia no Rio

de Janeiro, se encontrava com um vizinho na praia de Sepetiba quando viram um Ovni aproximar-se.

Pensando tratar-se de seus amigos extraterrestres, correu ao seu encontro, mas, decepcionado, viu o objeto levantar vôo e afastar-se, desaparecendo…

Minha cabeça parece que fica maior, como quando recebemos uma injeção de anestesia para extrair um dente, mas tudo é claro e fácil de assimilar

– diz o ancião.

De um salto pus-me de pé, coloquei qualquer calça e camisa que vieram à mao, calcei um par de, isto

tudo rapidamente, joguei água no rosto, alisei os cabelos, apanhei meu carro, um velho fusquinha 65, e sai com a alma e a mente voando pelo espaço…

Na zona industrial de Santa Cruz (periferia do Rio de Janeiro) passou diante de várias fábricas e parou perto dos escombros vistos mentalmente.

Desculpando-se por ter me tirado da cama, disse-me: “estávamos passado por aqui perto e, graças a esta lua clara, podemos conversar por duas horas, em prosseguimento do nosso primeiro encontro”.

Em resposta, disse-me que o disco estava lá perto e dentro de duas horas vinham buscá-lo – relatou o exmetalúrgico.

partir daquela nova conversa, Antonio Rossi escreveu um novo livro, ainda não publicado (atenção editoras!)

intitulado “A mulher: ensinamento de um doutor de outro planeta”, onde trata de assuntos tão variados como a importância das mulheres em nossa sociedade, os governos e os exércitos, a educação da criança, e a possibilidade de “reformar o homem e obter um ser superior”.

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