COMO OS MENTORES ESPIRITUAIS USAM INSTRUMENTOS NOS TRATAMENTOS

MENTORES ESPIRITUAIS USAM a mediunidade de cura oferece ao médium a possibilidade de curar um ser doente, buscando fluidos em fontes energéticas da natureza.

COMO OS MENTORES ESPIRITUAIS USAM INSTRUMENTOS NOS TRATAMENTOS ESPIRITUAIS?

mediunidade de cura é a capacidade possuída por certos médiuns de curarem moléstias por si mesmos, provocando reações reparadoras de tecidos e órgãos do corpo humano, inclusive as oriundas de influenciação espiritual.

Mas suas propriedades e efeitos variam imensamente, conforme a natureza da fonte geradora imediata, da vibração específica e, em muitos casos (como este de cura, por exemplo), do sentimento que precedeu o ato da emissão.

MENTORES ESPIRITUAIS USAM

diferença entre os dois fenômenos é que no primeiro caso (ectoplasmia), o fluido é pesado, denso, próprio para elaboração de formas ou produção de efeitos objetivos por condensação, ao passo q~e no segundo (curas), ele é sutilizado, radiante, próprio para alterar condições vibratórias já existentes.

Além do magnetismo próprio, o médium curador goza da aptidão de captar esses fluidos leves e benignos nas fontes energéticas da natureza, irradiando-os em seguida sobre o doente, revigorando órgãos, normalizando funções, destruindo placas e quistos fluídicos produzidos tanto por auto-obsessão como por influenciação direta.

Como a lei do amor é a que preside todos os atos da vida espiritual superior, ele se coloca em condições de vibrar em consonância com todas as atividades universais da criação, encadeando forças de alto poder construtivo que vertem sobre ele e se transferem a.o doente.

Os fluidos radiantes interpenetram o corpo físico, atingem o campo da vida celular,

bombardeiam os átomos, elevam-lhes a vibração íntima e injetam nas células uma vitalidade mais intensa.

Em certos casos, embora raros, o espírito incorporado logra o mesmo resultado cirúrgico utilizando objetos de uso doméstico (facas, tesouras, garfos ou estiletes comuns) como instrumentos operatórios, igualmente sem quaisquer cuidados anti-sépticos.

cirurgião invisível incorporado no médium corta as carnes do paciente, extirpa excrescências mórbidas, drena tumores, desata atrofias, desimpede a circulação obstruída, reduz estenoses ou elimina órgãos irrecuperáveis.

Em tais casos, os médicos desencarnados fazem seus diagnósticos rapidamente,

  • com absoluta exatidão e sem necessidade de chapas radiográficas, eletrocardiogramas, hemogramas, encefalogramas ou quaisquer outras pesquisas de laboratório.
  • Quando opera incorporado no médium, o espírito sempre é auxiliado por companheiros experimentados na mesma tarefa, que cooperam e ajudam no controle da intervenção cirúrgica, no diagnóstico seguro e rápido e no exame antecipado das anomalias dos enfermos a serem operados.
  • Entidades experimentadas na ciência química transcendental preparam os fluidos anestesiantes e cicatrizantes, transferindo-os depois do mundo oculto para o cenário físico através da materialização na forma líquida ou gasosa, conforme seja necessário.

Embora o êxito das operações mediúnicas dependa especialmente

do ectoplasma a ser fornecido por um médium de efeitos físicos e controlado pelos espíritos de médicos desencarnados, há circunstâncias em que, devido ao teor sadio dos próprios fluidos do enfermo, as operações produzem resultados miraculosos no corpo físico, apesar de processadas somente no perispírito.

processo de “refluidificação”,

com o aproveitamento dos fluidos do próprio doente, lembra algo do recurso de cura adotado na hemoterapia praticada pela medicina terrena, na qual o médico incentiva o energismo da pessoa debilitada extraindo-lhe algum sangue e, em seguida, injetando-o novamente nela, em um processo que acelera a dinâmica do sistema circulatório.

No entanto, mesmo que se tratem de operações mediúnicas feitas diretamente na carne do paciente ou mediante fluidos irradiados à distância pelas pessoas de magnetismo terapêutica, o sucesso operatório exige sempre a interferência de espíritos desencarnados, técnicos e operadores, que submetem os fluidos irradiados pelos “vivos” a um avançado processo de química transcendental nos laboratórios do lado espiritual.

No segundo caso, os espíritos operadores procuram reunir e projetar sobre o doente os fluidos magnéticos obtidos pelas pessoas que se encontram reunidas à distância, no centro espírita.

Porém como se tratam de fluidos bem mais fracos

do que os fornecidos pelo médium de fenômenos físicos, eles são submetidos a um tratamento químico especial pelos operadores invisíveis, a fim de se obterem resultados positivos.

Aliás, nos dias destinados a esses trabalhos espirituais, os médiuns deveriam se submeter a uma alimentação sóbria, já que, depois de uma refeição por vezes indigesta, o indivíduo não tem disposição para tomar parte em uma tarefa que exige concentração mental segura.

Os espíritos terapeutas enfrentam sérias dificuldades

no serviço de socorro aos pacientes cujos nomes estão inscritos nas listas dos centros espíritas, pois além das dificuldades técnicas resultantes de certo desequilíbrio mental do ambiente onde eles atuam/ outros empecilhos os aguardam, em virtude do estado psíquico dos próprios doentes.

Em outros casos, lá está ele em excitação nervosa por causa de alguma violenta discussão política ou desportiva, bem como é encontrado envolto na fumarada intoxicante do cigarro ou na bebericagem de um alcoólatra.

Outras vezes, os fluidos irradiados das sessões espíritas

penetram nos lares enfermos, mas encontram o ambiente

carregado de fluidos agressivos, provenientes

de discussões ocorridas entre seus familiares.

As operações cirúrgicas realizadas no perispírito durante

o sono só atingem a causa mórbida no tecido etérico deste,

porém, depois de algum tempo, começam a desaparecer

seus efeitos mórbidos na carne, pelo mesmo fenômeno de repercussão vibratória.

Uma vez que esses doentes, tendo sido operados no perispírito,

não comprovam de imediato qualquer alteração benéfica

em seu corpo físico, geralmente supõem terem sido vítimas

de uma fraude ou um completo fracasso quanto à intervenção feita.

Acontece que a transferência reflexa das reações produzidas

por essas operações se processa muito lentamente,

levando semanas ou até meses para manifestarem

seus efeitos benéficos no organismo.

poder curativo está na razão direta da pureza dos fluidos produzidos,

como qualidades morais ou pureza de intenções,

da energia da vontade, quando o desejo ardente

de ajudar provoca maior força de penetração,

e da ação do pensamento, dirigindo os fluidos em sua aplicação.

Quando uma pessoa tem merecimento, sua existência

precisa continuar ou as tarefas a seu cargo exigem boa

saúde, a cura poderá ocorrer em qualquer tempo e lugar,

até mesmo sem intermediários (aparentemente,

porque ajuda espiritual sempre haverá).

Para tanto, vejamos o que diz Emmanuel no livro Seara dos Médiuns,

no capítulo “Oração e Cura”:

“Lembremo-nos de que lesões e chagas, frustrações

e defeitos em nossa forma externa são remédios

da alma que nós mesmos pedimos à farmácia de Deus.

O poder curativo está, pois, na razão direta da pureza da substância inoculada,

mas depende também da energia da vontade, que,

mas quanto maior for, mais abundante emissão fluídica

provocará e tanto maior força de penetração dará ao fluido.

Daí então se depreende que são quatro as condições fundamentais das quais depende o êxito da cura:

o poder curativo do fluido magnético animalizado do próprio médium,

mas a vontade do médium na doação de sua força, a influenciação

dos espíritos para dirigir e aumentar a força do homem

e as intenções, méritos e fé daquele que deseja se curar.

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