Padre Fábio de Melo: Espiritual ou Síndrome do Pânico?

Padre Fábio de Melo, síndrome do pânico ou mediunidade? Mas, primeiro quer mediunidade para ingressar nesse assunto temos que entender o que a mediunidade. 

A mediunidade exclusiva de religiões? 

Ou será que está em toda parte? 

Padre Fábio de Melo: Espiritual ou Síndrome do Pânico?

Todos os povos participaram da mediunidade eram médiuns a história diz que sim, se nós formos recuar a história veremos que povos eram médiuns. 

Sempre contaram com suas pitonisas, seus adivinhos, terceiros bruxos inclusive perseguição desenfreada de bruxas na idade média, a própria Joana Darc heroína francesa, era médium, conversava com os espíritos. 

vemos as escrituras ditas sagradas, manifestações mediúnicas claras evidenciados profetas. Então a mediunidade não é património desta ou daquela religião. 

Nenhuma instituição criou a mediunidade portanto é uma manifestação natural da vida, inclusive o gênio Alan kardec político León Denis, teve a oportunidade o ínclito codificador da doutrina espírita em 1861 publicou na segunda parte deste livro no capítulo 14 no início todo aquele que sente em qualquer grau a influência dos espíritos é por isso mesmo médium, nome do título Médiuns. 

Veja:

Padre Fábio de Melo O medo é uma emoção inerente ao homem.  

Acompanhando a evolução, o medo foi – e continua sendo – necessário para que nossa espécie se preserve.  

Daniel Goleman, em “Inteligência emocional”, descreve com detalhes o que acontece com o sistema nervoso nestas ocasiões.  

Como uma grande quantidade de adrenalina é liberada na corrente sangüínea, diversas reações ocorrem.  

Pânico, que o dicionário define como “terror infundado”, é um termo com origem no deus Pan, da mitologia grega, que com sua forma grotesca, parte homem, parte cabra, se comprazia em assustar as pessoas.  

Nos ataques de pânico, a pessoa é acometida por terríveis sintomas físicos, sem conseguir identificar a ameaça.  

O tema saiu do âmbito exclusivo dos estudos especializados e tem alcançado a mídia, revelando as aflições íntimas de inúmeras pessoas e a dificuldade em se encontrar a cura definitiva.  

Pesquisando a origem do problema, os estudiosos se dividem entre os que crêem em uma causa essencialmente orgânica e os que mantém uma abordagem psicológica, situando na história de vida do paciente os fatores causais.  

Tratamentos propostos  

Assim, os tratamentos propostos se apoiam no uso de drogas específicas atuando no sistema nervoso, em terapias comportamentais ou ainda em técnicas que ajudam a controlar os sintomas do pânico.  

Através da reencarnação, ele imprime em seu novo corpo a necessidade de reparar os erros anteriores, influenciando a constituição íntima dos genes, o que se reflete na predisposição fisiológica para o distúrbio.  

Embora o assunto mereça maior esclarecimento, cabe-nos lembrar que médiuns, no sentido de intermediários entre planos diferentes, todos o somos, conforme coloca Allan Kardec, no item 159 de “O Livro dos Médiuns”.  

Embora a mediunidade também dependa de uma organização física mais sensível – ou seja, uma predisposição – como ocorre com o distúrbio de pânico, sua finalidade básica é que haja uma comunicação entre espíritos de planos diferentes.  especializados e tem alcançado a mídia, revelando as aflições íntimas de inúmeras pessoas e a dificuldade em se encontrar a cura definitiva.  

Pesquisando a origem do problema, os estudiosos se dividem entre os que crêem em uma causa essencialmente orgânica e os que mantém uma abordagem psicológica, situando na história de vida do paciente os fatores causais.  

Tratamentos propostos se apoiam 

Assim, os tratamentos propostos se apoiam no uso de drogas específicas atuando no sistema nervoso, em terapias comportamentais ou ainda em técnicas que ajudam a controlar os sintomas do pânico.  

Através da reencarnação, ele imprime em seu novo corpo a necessidade de reparar os erros anteriores, influenciando a constituição íntima dos genes, o que se reflete na predisposição fisiológica para o distúrbio.  

Embora o assunto mereça maior esclarecimento, cabe-nos lembrar que médiuns, no sentido de intermediários entre planos diferentes, todos o somos, conforme coloca Allan Kardec, no item 159 de “O Livro dos Médiuns”.  

Embora a mediunidade também dependa de uma organização física mais sensível – ou seja, uma predisposição – como ocorre com o distúrbio de pânico, sua finalidade básica é que haja uma comunicação entre espíritos de planos diferentes.  

Também não é difícil perceber que, como espírito, o portador da síndrome de pânico sofre a influência de outros espíritos.  

Através da ação fluídica, associada à corrente mental negativa, que induz o medo e o pavor, que faz aflorar o sentimento de culpa inconsciente, que recorda os sofrimentos anteriormente vividos na erraticidade, ou simplesmente ameaça uma agressão violenta, o obsessor consegue seu intento de aterrorizar.  

O mais importante é buscar tratar-se, utilizando-se dos recursos colocados à disposição pela ciência, seja no campo psiquiátrico ou psicológico, bem como fazer uso da terapêutica espírita, através da fluidoterapia, do estudo edificante e do exercício da caridade.  

Desde a adolescência 

Desde a adolescência, sofri muito com a Síndrome do Pânico.  

Meu conhecimento sobre o tema, é fruto de minha experiência e  busca pela cura. 

Naquela ocasião, quase não se falava sobre o assunto. Havia pouca pesquisa e muito preconceito. Por isto,  tive grande dificuldade para encontrar informações  que me ajudassem a  compreender o que se passava comigo. Já faz mais de trinta anos que tudo começou e hoje posso afirmar que foi um caminho de estudos e aprendizado sobre a síndrome, as causas e o tratamento mais adequado. Entender a dinâmica que envolve não somente a síndrome do pânico, como também tantos outros transtornos psicológicos, que acometem cada vez mais pessoas, gerando desconforto, sofrimento e prejudicando a qualidade de vida. 

Taquicardia, falta de ar 

Taquicardia, falta de ar, dor ou desconforto no peito, formigamento, tontura, tremores, náusea ou desconforto abdominal, embaçamento da visão, boca seca, dificuldade de engolir, sudorese, ondas de calor ou frio, sensação de irrealidade, despersonalização, sensação de iminência da morte.  

As crises repetidas desses sintomas desagradáveis podem acontecer a qualquer instante sem nenhuma explicação aparente e se diferenciam de uma fobia que é caracterizada por um temor específico.  

As crises de pânico estão associadas a um alto e constante grau de ansiedade.  

A cultura do imediatismo e a busca por controle promovida pelo medo constante.  

Importante reconhecer 

Importante reconhecer que somos responsáveis pelo que pensamos e sentimos e que o corpo acredita naquilo que enviamos a ele como mensagem.  

Numa situação de perigo real ou imaginário, o sistema endócrino é ativado, pelo cérebro límbico, liberando os hormônios

responsáveis por preparar o corpo a reagir  lutando ou fugindo.  

Precisamos nos sentir seguros e queremos controlar todas as coisas, mas a síndrome do pânico, não tem relação com

nenhum fator estressante específico, ela se dá a qualquer momento, sem explicação sobre sua origem.  

Pela ótica transpessoal, temos uma abrangente compreensão das causas , do processo que desencadeia as crises de

pânico e da metodologia e técnicas para a cura.  

Além do corpo físico, somos a expressão de nossos corpos sutis: vital, emocional ,mental e espiritual.  

Cada pessoa possui sua estrutura energética 

Cada pessoa possui sua estrutura energética conforme seu padrão vibratório, que reflete em sua fisiologia

e parafisiologia (O termo “parafisologia” se refere aos corpos sutis.).  

A integração entre corpo físico  e corpos sutis  determinará o grau de sensibilidade de cada ser aos estímulos da vida

terrena e extra-corpórea.  

mediunidade é comum a todos nós, porém algumas pessoas são mais “abertas” às influências energéticas e espirituais,

devido sua parafisiologia .  

A nível psicológico, podemos dizer que, quando nos sentimos depressivos, descontentes, magoados, mal amados e não

temos um suporte suficiente para nos libertar das amarras do vitimismo, podemos provocar a nossa despersonalização e

descompensação vibratória, porque nos sentimos infelizes com nossas vidas, com o que somos.  

O limite que separa a esquizofrenia da mediunidade desenvolvida, é que o médium bem treinado, conscientemente deixa

que sua personalidade se afaste um pouco para que outros espíritos se manifestem e com total controle do episódio,

quando quer, pode voltar a si, após terminar a canalização.  

Relevante notar que seja qual for a causa, ela sempre provocará um rasgo no véu fluídico que nos separa do mundo

espiritual, que é um tipo de  tela etérica protetora que impede esta conexão descontrolada.  

tratamento para a cura da  Síndrome do Pânico, na visão transpessoal, tem como base o reequilíbrio do ser integral e

multidimensional, visando os aspectos físicos, energéticos, emocionais, mentais e espirituais que compõem o homem-espírito.  

Na mediunidade desequilibrada 

Na mediunidade desequilibrada, sintonizamos o mundo sutil, com as emanações fluídicas mais grosseiras dos espíritos

que se encontram em sofrimento e de outras influências energéticas que sensibilizam a aura.  

À medida que amadurecemos, vamos acessando as emanações mais sutis dos nossos guias espirituaise aprendemos a

manipular as energias sutis.  

Eu prefiro chamar a Síndrome do Pânico como Descompensação Vibratóriaque produz uma série de sintomas associados

aos centros nervosos e chacras, influenciando todo o sistema endócrino e a liberação hormonal.  

Para os médiuns que já nascem com essa peculiar composição, a cura significa o amadurecimento mediúnico, pelo

caminho do autoconhecimento e das práticas transpessoais.  

Através do estudo, da prática e da conscientização, sem preconceitos materialistas e dogmatismos religiosos, tomamos o

domínio de nós mesmos e de nossa potencialidade para sermos felizes e saudáveis.

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