Prosperidade Leis Poderosas de Sucesso e Abundância

A Prosperidade! Todo o ser humano tem como parte de sua natureza o desejo de prosperar, mas infelizmente, são poucos os que conseguem.  

PROSPERIDADE: 2 LEIS PODEROSAS DE SUCESSO E ABUNDÂNCIA

A maioria permanece por toda a vida no mesmo lugar e, às vezes, até regride.  

No caminho que leva à prosperidade, existem 10 dicas essenciais que auxiliam em nosso equilíbrio e crescimento e no de todas as pessoas que nos rodeiam.  

E os espirituais são as conquistas de valores mais duradouros como, por exemplo: desenvolver a paciência, ter mais equilíbrio, ser mais otimista, entre outros.  

Aprender a programá-lo é fundamental, pois através do poder da mente, geramos energias que dão forças para o dia-a-dia.  

Estas energias em forma de um campo eletromagnético também conhecida como aura, atraem o que desejamos, influencia pessoas, pode curar e principalmente materializar os nossos sonhos.  

Criar relações desarmoniosas faz minar as energias celestiais contidas no coração, as quais poderiam ser canalizadas para grandes realizações.  

Veja:

Prosperidade O fracasso é o sucesso em processo 

Mas é importante lembrar dos ensinamentos da oração: “Pai me dê forças para as coisas que eu posso mudar, serenidade para as que não posso e sabedoria para encontrar a diferença”.  

7º Melhorar a Vida das Pessoas Cada um de nossos pensamentos, palavras ou atitudes que envolve nossos projetos de vida, se estiverem embasados com o desejo sincero de ajudar as pessoas, recebe uma poderosa força cósmica que faz prosperar com muito mais intensidade tudo aquilo que nos propomos a fazer.  

A falta do auto conhecimento é a maior causa do fracasso, pois quem tem consciência dos verdadeiros dotes naturais pode produzir diamantes, pois já descobriu que sua alma é feita de um material superior.  

É como se Deus tivesse nos dito: “meu filho, você vai nascer na Terra e vai ser muito próspero, mas será necessário utilizar os seus dons e talentos”.  

Mas quando Ele disse a palavra próspero, nós mergulhamos ansiosamente em direção à Terra e não terminamos de ouvir o restante da recomendação.  

Prosperidade é Sentir a presença de Deus 

Sentir a presença de Deus, independente da religião ou seita que se segue, é estar em contato com toda a abundância existente.  

Devemos saber entregar-nos a Ele, percebermos que somos abundantes por natureza e que a prosperidade é como um oceano, onde cada um pega o que o coração permite.  

Lembre-se: um coração livre, puro e bondoso é capaz de desfrutar de todo oceano, enquanto corações pobres e egoístas disputam para pegar baldinhos de água, se esquecendo que já têm o oceano.  

Permitisse o Senhor que acontecesse agora no Brasil – que o Senhor não o permita – o que sucedeu nos primeiros dias

Igreja, quando era pura e sem mancha, sob a instrução dos apóstolos, conforme se vê no relato da perseguição que

explodiu contra os cristãos logo depois do martírio de Estevão, continuaríamos sustentando a chamada doutrina da

prosperidade material, conforme é ensinada e afirmada pela grande maioria das igrejas em nossos dias?  

Prosperidade 

Expatriados, sem bens, aprisionados, martirizados, permaneceram os crentes primitivos pregando a fé em Jesus Cristo

para a salvação e santificação de vidas.  

“Porque não somente vos compadecestes dos encarcerados, como também aceitastes com alegria o espólio dos vossos

bens, tendo ciência de possuirdes vós mesmos patrimônio superior e durável.” (Heb 10.34) Fosse a bênção de Deus ter

muitas coisas deste mundo, os ímpios seriam os mais abençoados, porque é notório que se acha entre eles os que são

mais ricos e poderosos segundo o mundo.  

Fosse a acumulação de bens terrenos o sinal do agrado de Deus para conosco, dissociado de um viver segundo o que

nos é ordenado na Palavra, onde estaria a verdadeira igreja de Cristo agora?  

buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” Por que o

Senhor repreende a Igreja de Laodiceia e a todos os cristãos que se identificam com os seus hábitos?  

Não é porventura por conta da falta desta verdadeira piedade e santificação no viver cotidiano, pela negação do ego, pelo

carregar da cruz e seguir os mesmos passos de Jesus?  

A prosperidade é um estado de espírito 

Por motivos que escapam ao comum mortal mas não ao olhar presciente do dr. Costa, a “Europa” naturalmente deseja

que os portugueses vivam na mais abjecta miséria.  

Alimentada por pura maldade, essa gente dá-se a uma impensável trabalheira apenas para subjugar-nos, humilhar-nos e

forçar-nos a remunerações incompatíveis com as escaladas dos combustíveis que o governo, para nosso privilégio,

decreta a cada semana.  

Por sorte, e ao contrário de anteriores governantes que conviviam – e colaboravam – impecavelmente com isso, o dr. Costa

“não aceita” viver num “país de pobreza”.  

Fica então decidido 

Fica então decidido que isto da penúria depende totalmente da vontade dos titulares do poder.  

Embora possa ser impressão minha, mal habituado devido a tantos fins-de-semana em iates ao largo de Capri, julgo que

um acréscimo de 25 euros não é susceptível de transformar os cidadãos em outdoors da abundância.  

Para benesses assim, era preferível estar quieto, nos salários, nos aumentos de produtos básicos ou acessórios e nos

impostos em que o dr. Costa já jurou não bulir (garantia de que teremos agravamento à porta).  

Se a ideia é resgatar a populaça da tirania dos rendimentos pelintras, porque não se arremessa o salário mínimo para

valores de, por exemplo, 1200 euros?  

Os tratantes às ordens do grande capital tentaram impingir-nos a tese absurda de que convém ao salário mínimo,

ou exactamente aos aumentos do salário mínimo, estar dependente da produtividade, da inflação e de palermices do

género.  

Arrasado o estratagema dos déspotas 

Arrasado o estratagema dos déspotas, resta ao governo perder os últimos vestígios de timidez, cortar de vez as amarras

da opressão e vincular os ordenados dos portugueses ao único critério realmente relevante: o parecer da maioria de

esquerda.  

O tempo novo é o tempo de elevar Portugal aos padrões de vida das nações admiráveis e admiradas pelo séquito do dr.

Costa, tipo Venezuela e Cuba, onde os salários mínimos rondam, se bem me recordo, os 10 000 euros mensais.

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