Cuidado O Seu Desejo Pode Ser Atendido

Seu desejo Essa verdade é muito bem explicada pelos ensinamentos espíritas, particularmente, através dos seguintes livros da Codificação Espírita (Pentateuco Espírita), a saber: O Livro dos Espíritos (Livro Primeiro – das Causas) e A Gênese (Capítulo II).  

Cuidado O Seu Desejo

Tal lei nos ensina que: para toda força aplicada de um objeto para outro objeto, existirá outra força de mesmo módulo, mesma direção e sentido oposto.  

É oportuno salientar que as Leis de Newton são somente aplicáveis para os movimentos nos quais as velocidades dos objetos/corpos em deslocamento são bem menores do que a velocidade da luz.  

Por essa razão, a Física Quântica e a Teoria da Relatividade estão sendo usadas para a compreensão dos movimentos de objetos/corpos nos mundos microcósmico e macrocósmico.  

Em resumo, a própria Lei de ação e reação não é adequada para descrever certos fenômenos, na esfera material dentro do planeta Terra.  

Veja:

Seu desejo importante para que possamos 

O conhecimento da Lei de Causa e Efeito é bastante importante para que possamos compreender o amor de Deus.  

Em verdade, o entendimento claro e racional dessa lei tem o potencial de fazer com que nós ajamos em concordância com o Amor.  

Em outras palavras, a compreensão da Lei de Causa e Efeito pode nos ajudar a tomarmos decisões sábias, em nossas existências, e, consequentemente, a evoluirmos de forma mais eficiente.  

Considerando, portanto, essas duas leis e suas “similaridades”, é comum escutarmos frases, como estas: A Lei de Causa e Efeito é a mesma coisa que a Lei de Ação e Reação, aquela lei de Isaac Newton.  

interessante observar que o Espírito de Verdade incluiu um segundo mandamento: a instrução, que claramente não é mais importante que o Amor, contudo deve também ser um objetivo de todos nós, espíritas.  

Seu desejo razoável pensarmos que a maioria de nós 

Dessa forma, é razoável pensarmos que a maioria de nós é (ou era) possivelmente mais familiarizada com a Lei de Ação e Reação do que com a Lei de Causa e Efeito.  

Seguindo essa linha de pensamento, muitos de nós, quando iniciamos os nossos estudos espíritas, muito possivelmente, ao aprendermos novos conceitos (incluindo a Lei de Causa e Efeito), fazemos comparações, analogias, associações etc., a fim de que possamos tê-los mais claros, em nossas mentes.  

Apesar da associação entre essas duas leis ser feita durante a aprendizagem, não é correto dizer que as mesmas sejam as mesmas leis.  

Ao dizer que essas duas leis são a mesma coisa, estamos a assumir que o objeto de estudo é a mesma coisa que o objeto de comparação e vice-versa.  

Tal afirmativa pode nos levar a perceber 

Tal afirmativa pode nos levar a perceber a sentença “nada é por acaso”, de forma incorreta.  

Como consequência disso, existe uma possibilidade de se criar uma “teoria de fatalismo divino”, a qual não tem nada a ver com os ensinamentos espíritas.  

semelhança entre essas leis se baseia no fundamento de que, para cada ação, existirá uma reação;  

Aplicabilidade: Relações intrapessoais e interpessoais, em ambos os mundos, material e espiritual, não só na Terra, como possivelmente no Universo como um todo;  

Seguindo, então, essa lógica, nós não devemos tentar “adivinhar” as possíveis causas dos efeitos, sobretudo, quando as circunstâncias são completamente desconhecidas e, em especial, se o conhecimento dessas causas não nos adicionará algo de importante para a nossa evolução.  

Por exemplo, nós não devemos conjecturar as causas que geraram as atuais situações (efeitos) as quais nossos irmãos

estão a vivenciar.  

De outra maneira, estaríamos a julgá-los, e isso seria contra os ensinamentos do nosso Mestre Jesus (Não julgueis e não

sereis julgados;  

Nós não devemos 

nem tampouco nos punir – através dos sentimentos de culpa pelas decisões menos sábias as quais tomamos e/ou pelos

“sofrimentos” pelos quais passamos.  

Contudo, devemos, sim, evitar cometer os mesmos erros do passado, buscando sempre refletir, antes de quaisquer de

nossas ações (o que inclui também os nossos pensamentos).  

Nós não devemos “culpar” Deus, nem o governo, nem nossos familiares ou amigos pelos nossos erros ou “sofrimentos”,

em nossas atuais existências.  

E, ao afirmarmos que tais leis são a mesma coisa, é promover, de forma inconsciente, a doutrina ilógica do fatalismo.  

A terceira lei de Newton 

Usam-se, freqüentemente, as palavras ‘ação’ e ‘reação’ na discussão da terceira lei de Newton. O ponto importante é o da

ocorrência das forças sempre em pares ação-reação, e o de a força reação ter o mesmo módulo, a mesma direção e

sentido oposto à força ação” (Paul A.  

Se tal não ocorresse, não haveria a sustentação de objetos materiais em decorrência da reação do peso e mesmo os

átomos de um elemento físico se desagregariam, já que se mantém unidos eletricamente pela força de atração entre

os pólos contrários de suas partículas formadoras.  

O Espiritismo nos fala de ação e reação sempre no sentido das vidas materiais sucessivas, sempre no sentido do espírito

imortal, nunca somente do homem carnal.  

Espíritos respondem 

Quanto ao comportamento em relação aos adversários, Jesus nos alerta: “Reconciliai-vos o mais depressa possível com o

vosso adversário, enquanto estais com ele a caminho, para que ele não vos entregue ao juiz, o juiz não vos entregue ao

ministro da justiça e não sejais metido em prisão.  

(Mt, 5:25s) Em comentário à questão anterior, Allan Kardec em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, Capítulo X, item 6,

nos fala: “(…) Não saireis de lá, da prisão, enquanto não houverdes pago até o último centavo, isto é, enquanto não

houverdes satisfeito completamente a justiça de Deus.”  

A respeito de um caso que nos servirá de exemplo, no livro “O Céu e o Inferno”, Capítulo VIII, “Expiações Terrestres”,

Allan Kardec estuda o caso de um menino que ele descreve: “Havia num hospital de província um menino de 8 a 10 anos,

cujo estado era difícil precisar.  

Designavam-no  

Totalmente contorcido, já pela sua deformidade inata, já pela doença, as pernas se lhe torciam roçando pelo pescoço, num

tal estado de magreza, que eram pele sobre ossos.  

A moléstia dominava aquele organismo, já de oito longos anos, e no entanto demonstrava o enfermo uma inteligência

notável, além de candura, paciência e resignação edificantes.  

O menino em questão veio a desencarnar nessas condições, dando, depois, na Sociedade Espírita de Paris, a

comunicação da qual extraímos algumas partes, mas que está integral no livro citado.  

(Marcel, ‘o menino do número 4’) Para finalizar, o próprio espírito Marcel nos fala sobre o papel imenso que o

conhecimento da lei de causa e efeito que o Espiritismo faculta, como esse conhecimento pode ajudar a consolar e instruir

àqueles que sofrem.  

(Marcel) Os espíritos, analogamente à matéria, sofrem interações entre si, interações que precisam de equilíbrio de forças

de ação e de reação.

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