Como é a hora da morte do suicida, da pessoa ruim ou boa?

Como os Espíritos e o Espiritismo consideram o suicida? 

Desse modo, “jamais o homem tem o direito de dispor da vida, porquanto só a Deus cabe retirá-lo do cativeiro da Terra, quando o julgue oportuno.  

Como é a hora da morte do suicida, da pessoa ruim ou boa? como desencarnar bem..?

Segundo, que é o mais importante: a doutrina dos Espíritos, tem um caráter consolador absoluto: através da mediunidade é permitido que os próprios suicidas venham dizer-nos que eles não morreram e afirmam que não só não solucionaram o problema que os levou ao ato extremo, como ainda estão “vivos” e, de quebra, com dois problemas: o antigo e o novo, gerado pela violação das leis da Vida.  

Assim, o Espiritismo trabalha preventivamente para que as pessoas saibam das responsabilidades em praticar atos que possam agravar sua situação futura e não para condená-las ao martírio eterno.  

Veja:

Por que os Espíritos tratam do suicida com certa constância? 

Segundo, que é o mais importante: a doutrina dos Espíritos, tem um caráter consolador absoluto: através da mediunidade é permitido que os próprios suicidas venham dizer-nos que eles não morreram e afirmam que não só não solucionaram o problema que os levou ao ato extremo, como ainda estão “vivos” e, de quebra, com dois problemas: o antigo e o novo, gerado pela violação das leis da Vida.  

Em segundo, que o Espírito, quando se dá conta do ato cometido, constata que nada valeu, ficando literalmente desapontado com os efeitos obtidos e que não eram os buscados, pois se certifica que a vida não se extinguiu e que continua mais real que nunca.  

Terceiro, e que é bastante doloroso, o suicídio agrava todos os sofrimentos: “depois de prolongados suplícios, nas regiões purgatórias, frequentemente, após diversas tentativas frustradas de renascimento, readquirem o corpo de carne, mas transportam neles deficiências do corpo espiritual, cuja harmonia desajustaram.  

Então, não há esperança de recuperação para o suicida? 

Portanto, os familiares do suicida de ontem ou de hoje não se exasperem, ao contrário, mantenham viva a esperança de que é possível a remissão das faltas e que o Pai de Misericórdia propiciará os meios de fazer com que o próprio autor do ato extremo se reconheça Espírito Eterno e indestrutível, e que a calma, a resignação e a fé serão os mais seguros preservativos contra as ideias autodestrutivas.  

O Momento da Morte e o Desencarne 

 

Muito comum, mesmo entre os espíritas, que se faça confusão entre os termos morte e desencarne, porém os termos possuem sentidos diferentes e a compreensão deles nos ajudará a esclarecer um assunto muito importante: o que acontece com o Espírito no momento da morte do corpo?  

Ao reencarnar o Espírito se une ao corpo físico através de seu perispírito molécula a molécula, no desencarne esse processo é invertido e o Espírito se desligará do corpo também molécula a molécula.  

A esse respeito Kardec escreveu que “o fluido perispiritual só pouco a pouco se desprende de todos os órgãos, de sorte que a separação só é completa e absoluta quando não mais reste um átomo do perispírito ligado a uma molécula do corpo” 

O Momento da Morte e o Desencarne 

“Se no momento em que se extingue a vida orgânica o desprendimento do perispírito fosse completo, a alma nada sentiria

absolutamente.  

Se após a cessação completa da vida orgânica existirem ainda numerosos pontos de contacto entre o corpo e o

perispírito, a alma poderá ressentir-se dos efeitos da decomposição do corpo, até que o laço inteiramente se desfaça”2.  

Após esses oportunos esclarecimentos sobre os diferentes processos de desencarne, Kardec finaliza dizendo que “daí

resulta que o sofrimento, que acompanha a morte, está subordinado à força adesiva que une o corpo ao perispírito;  

Uma vez que a lentidão e a dificuldade da separação estão em razão do grau de depuração e de desmaterialização da

alma, depende de cada um tornar essa passagem mais ou menos fácil ou penosa, agradável ou dolorosa”4 

Existe um outro fenômeno 

Fica agora fácil entender que os fenômenos da morte e do desligamento do Espírito em relação ao corpo (desencarne)

ocorrem, de modo geral, em momentos distintos podendo ser essa diferença de tempo em horas, dias, meses e mesmo

anos.  

Aquele que vive conforme a moral do Evangelho, dando importância relativa às coisas materiais, reconhecendo seu valor,

mas não vivendo em função disso e principalmente reconhecendo e aceitando os Desígnios Divinos acima de qualquer

revolta, esse sim terá uma passagem tranqüila e fácil quando chegar sua hora.  

Existe um outro fenômeno 

Existe um outro fenômeno que possui relação direta com a moral do indivíduo e que começa a acontecer imediatamente

após a morte do corpo, é o fenômeno da perturbação espiritual.  

Como nos esclarece Kardec a esse respeito  nesse momento a alma sente um entorpecimento que paralisa,

momentaneamente, as suas faculdades e neutraliza, pelo menos em parte, as sensações;  

Assim fica mais uma vez clara a importância de uma vida reta, onde impere a moral do Evangelho de Jesus e onde cada

um se esforce para ser cada dia melhor que no dia anterior.  

“O último alento quase nunca é doloroso, uma vez que ordinariamente ocorre em momento de inconsciência, mas a alma

sofre antes dele a desagregação da matéria, nos estertores da agonia, e, depois, as angústias da perturbação.  

Demo-nos pressa em afirmar que esse estado não é geral, porquanto a intensidade e duração do sofrimento estão na

razão direta da afinidade existente entre corpo e perispírito.

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