Você Quer Ser Minha Namorada No Plano Espiritual?

Minha Namorada. Namoro, segundo a visão espírita, se traduz por suave encantamento, onde dois seres descobrem um no outro de maneira “imprevista”, motivos e apelos para a entrega recíproca, numa relação matrimonial e familiar.

Você Quer Ser Minha Namorada No Plano Espiritual? – O Dia A Dia dos Espíritos.

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No plano espiritual estes encontros são traçados obedecendo às Leis da reencarnação entre espíritos que, possivelmente, já tenham partilhado experiências passadas a nível afetivo e sexual.

Embora os estudos terrenos estejam propensos a designarem a atração entre dois seres através da libido, não podemos negligenciar que esta ligação vai além do físico, pois contamos com inteligências desencarnadas neste “jogo afetivo” resguardando e guiando companheiros de experiência, volvidos à reencarnação para fins de progresso e burilamento.

Espiritismo ensina-nos que o casamento “é um progresso na marcha da Humanidade” e que a sua abolição significaria o “retorno à vida animal”.

casamento ou união de dois seres origina um regime de vida em comum pela qual duas criaturas se confiam uma à outra no campo da assistência mútua, na criação e desenvolvimento de valores para a vida implicando em direitos e deveres de um para com o outro.

Para além da união física e moral, o ser liga-se a outro com um compromisso afetivo, sendo estabelecido entre ambos um circuito de forças pelo qual se alimentam psiquicamente de energias espirituais em regime de reciprocidade.

Há quem fuja à responsabilidade do matrimônio para evitar problemas ou sofrimentos inerentes aos compromissos previamente assumidos no plano espiritual.
maior parte dos relacionamentos matrimoniais que se distinguem felizes, só o são, relativamente pelas afinidades de suas inclinações e instintos.

Isto porque, embora não percebamos de imediato, recebemos “quase sempre no companheiro da vida íntima os reflexos de nós próprios”.

Através dos princípios cármicos – Lei da ação e reação – vamos resgatando nossos débitos através das provas, tentações, crises ou situações expiatórias.

Em casos de casais sem filhos, a causa poderá estar fundada em infertilidade de um dos cônjuges, ou de ambos, resultando em instabilidade emocional a nível familiar.
Tanto na primeira como na segunda hipótese a situação é delicada e poderá ser encontrada uma resposta através do passado espiritual.

Terapêutica: No primeiro caso a doutrina aconselha a adoção, pois nunca se saberá se os laços espirituais estarão próximos independentemente da consanguinidade.
No segundo, é recomendada a paciência e o respeito pelo outro, ponderando em conjunto a melhor solução para a manutenção da família.

Respeito e a cooperação em casa, nos afazeres domésticos, são importantes detalhes para a manutenção equilibrada e harmoniosa de uma relação conjugal.

Principalmente, nos dias de hoje, que os jovens casais fracionam o seu dia entre o seu trabalho profissional e a casa e que, muitas vezes, se vêm confrontados com situações delicadas a este respeito.
A formação por parte dos pais, por melhor que seja, nem sempre se ajusta às necessidades atuais, visto que as gerações vão modificando as suas expectativas.
Através do diálogo e bom senso, o casal passa a conversar acerca das suas diferenças e mutuamente procuram um consenso.

 

falta de paciência de um dos cônjuges em ouvir o outro contribui para que haja mágoa, decepção, influindo negativamente no próprio relacionamento do casal.

de tal conveniência para a harmonia do casal que tanto o esposo quanto a esposa reservem sempre tempo para conversar, seja à noite ou seja finais de semana.

Na convivência conjugal, nenhum deve deixar prevalecer a sua vontade de forma impositiva e nem deixar que o outro se anule para atender as suas exigências egoísticas.

Mas essa ajuda terá que ser dada com muito cuidado, de forma amiga, respeitosa, longe de terceiras pessoas, para não ferir a sua sensibilidade, caso contrário, será uma atitude profundamente infeliz e deselegante.

Outro hábito anticristão é o de utilizar expressões depreciativas para os defeitos do cônjuge – incluindo também as brincadeiras de mau gosto.

Com a chegada dos filhos, a situação agrava-se, pois o carinho e a afeição que estão divididas entre duas pessoas, passam a ser partilhadas com mais alguém.
cônjuge ciumento fere profundamente o outro quando por motivos infundados, arriscando o desgaste da relação e frequentemente provocando separações.
Por outro lado, o cônjuge que é vítima do ciúme deve armar-se de muita compreensão para evitar o desgaste e a dissolução do casamento.

doutrina nos orienta ajudando-nos a entender que muitas causas reais de males e aborrecimentos que estão radicados em vidas anteriores.

Terapêutica: Os cônjuges devem procurar a educação permanentemente para terem e concederem liberdade ao parceiro sem que venham a abusar dela.
casal, principalmente o espírita, deve estar preparado para enfrentar estes momentos de crise, recorrendo a medidas preventivas que estão no Evangelho de Jesus, instruindo-se através das obras da codificação.

Doutrina Espírita fornece meios para que modifiquemos o nosso olhar para as diversas situações problemáticas, através do entendimento do presente, considerando as provas e expiações inerentes ao nosso passado espiritual.

O ser ao deparar-se com a sua situação de vida motivada pela compreensão dos fatos, tornar-se-á mais resignado e prudente na sua conduta mental e ativa.
Estará mais motivado em todos os aspectos, fomentando a fé e a esperança no dia de hoje para que o amanhã seja mais promissor.

Tanto na escassez como na abundância, o dinheiro representa um empréstimo que Deus confere aos homens para o uso ao bem geral.

dinheiro familiar deve ser empregue para a sua manutenção, sem deixar melindres tanto ao homem como à mulher, de reter a sua pequena porção para o seu uso pessoal.
Problemas obsessivos – Tanto a vítima da obsessão quanto o cônjuge, na maioria das vezes, nada percebem;

Passada a fase de júbilo, de grandes satisfações, os obsessores mudam de tática levando a vítima ao desinteresse gradual e à infelicidade incitando-o ao sentimento de culpa.
O trabalho persistente na seara do bem, a oração constante e a harmonia em casa, são recursos de valor inestimável para proteger a família das investidas das entidades infelizes: “Vigiai e orai para não cairdes em tentação” – disse Jesus.

homem da atualidade tem encarado com muita naturalidade a separação conjugal, não exigindo motivos muito fortes para consumá-la – uma simples incompatibilidade de gênios.
maioria dos casamentos na Terra, por serem provacionais, requer muita renúncia para serem levados até ao fim.

Sob o ponto de vista espiritual é recomendado o esforço para melhorar-se a si próprio, tomando consciência dos seus defeitos corrigindo-os, auxiliará a melhoria da relação, possivelmente convertendo aversões do pretérito em razoável amizade.

separação não será solução, pois significará o protelamento de reajustes indispensáveis e, por conseguinte, a falência da união perante as Leis de Deus.
Quando envolve filhos, a separação pode significar profundas alterações de aspecto imprevisível, desviando-os do curso da própria vida, em situações por vezes debilitantes e de graves consequências – vícios, desajustes psicológicos, etc.

Se for desejada por um dos cônjuges por fuga ao compromisso assumido, não haverá outra alternativa senão aceitá-la pacificamente.
Neste caso, se a relação implicava reajuste, àquele que sucumbiu ao seu compromisso será exigido resgate futuro.

Muitas vezes o romantismo se dilui devido a vários fatores do quotidiano e envolvência excessiva pela rotina diária, conduzindo o afeto mútuo ao engano através de decepções, indiferença, desprezo, falta de diálogo, egoísmo, grosseria, maus tratos, infidelidade, etc.

muito importante continuar com as suas “pequenas investidas” no seu parceiro, tal como no princípio, mantendo a chama acesa.
Se a fase da vida não lhe permite vivenciar este romantismo, seja qual for a razão, então encontre na amizade e carinho pelo seu parceiro o caminho para o mais elevado sentimento de amor espiritual, dando-lhe muita ternura de forma prazerosa sem nada querer receber.

As almas que devam unir-se estão, desde suas origens, predestinadas a essa união e cada um de nós tem nalguma parte do Universo, sua metade, a que fatalmente um dia se reunirá?
A união que há é a de todos os Espíritos, mas em graus diversos, segundo a categoria que ocupam, isto é, segundo a perfeição que tenham adquirido.

Kardec ainda complementa: A teoria das metades eternas encerra uma simples figura, representativa da união de dois Espíritos simpáticos.

Necessariamente, limitado sendo o campo de suas ideias, exprimiram seus pensamentos com os termos de que se teriam utilizado na vida corporal.

Não se deve, pois, aceitar a ideia de que, criados um para o outro, dois Espíritos, tenham, fatalmente, que se unir um dia na eternidade, depois de haverem estado separados por tempo mais ou menos longo.

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