MENSAGEM DA EXTRATERRESTRE SHELLYANA PELA MÉDIUM MÔNICA MEDEIROS

A Dra. Mônica de Medeiros é médica cirurgiã, formada pela Unicamp, com mestrado na University of Illinois At Chicago, fundadora e presidente da Casa do Consolador entidade filantrópica universalista, mestra reikiana.

EXTRATERRESTRE SHELLYANA

Doutora Mônica, como começaram seus contatos com entidades extrafísicas e como elas foram se desenvolvendo?

A mediunidade está presente em quase todos os membros de minha família e tive a felicidade de nascer num lar onde estas manifestações eram compreendidas.

Na última noite em que ele veio, disse-me que não poderia mais me ver por um tempo, mas que um amigo dele viria para continuar a conversar comigo.

Poucas noites depois, acordei de madrugada com minha tia Iracema dormindo na cama ao lado da minha, quando vi um ser todo branco com grandes olhos cinzentos, em posição que hoje entendo ser a de um iogue, como se estivesse voando acima do pé de minha cama.

O que a senhora imaginou que fosse aquela figura e que sensações teve ao vê-la?

Ele levantou a mão como os índios faziam para saldar nos filmes do Rin-tin-tin, e me disse que era o tal amigo do meu avô.

Entre muitas coisas, me mostrou as cidades da Terra num futuro próximo, com viadutos e prédios imensos de vidro, incríveis para mim naquele tempo, e os eventos que poderiam ocorrer no planeta a partir de determinada época.

Foram muitas noites seguidas de encontro com meu amiguinho Gasparzinho – eu o chamava assim -, que muitas vezes me mostrou uma estrela no céu, dizendo que era sua casa.

Meses depois, logo que um primo nasceu, acordei sendo deitada em minha cama por um ser baixinho, cinzento, de olhos grandes a quem chamei de Amiguinho.

Então a visão de seres passou a ser comum em sua vida desde a infância?

Sim, e passei a falar com minha avó e tias sobre aquele e outros amiguinhos que voavam muito alto no céu e, naturalmente, meus parentes me levaram para um tratamento de desobsessão, na Federação Espírita de São Paulo.

Mesmo assim, optei por minha formação profissional, somente voltando a pensar no exercício da mediunidade depois de retornar da minha especialização, em Chicago.

Mas, para ser honesta, de uns anos para cá penso muito no por que de ter escolhido a cirurgia, se especialidades como nefrologia, endocrinologia e cardiologia têm mais o meu perfil.

Recentemente, numa regressão realizada por uma psicanalista paulistana especializada em abduzidos, que procurei porque estava tendo flashes de lembranças perturbadoras com grays [Cinzas], vi-me criança e de mão dada com um ser do tipo chamado Zylock, outro amiguinho meu da infância.

Naturalmente, minha especialidade dá respaldo científico aos trabalhos do Doutor Espanhol, um espírito de luz responsável pela corrente médica da Casa do Consolador, e da Shellyana, originária das Plêiades.

A senhora teve algum problema profissional de compatibilidade entre as duas atividades, uma vez que, quando são praticadas em conjunto, normalmente não são vistas com bons olhos pelo Conselho Regional de Medicina?

Na Casa do Consolador, não prometo curas, não dou consultas, sequer permito que me chamem de “doutora” lá, porque não acredito em formalismo.

Meus superiores sabem de minhas atividades mediúnicas, já se valeram delas algumas vezes para tratamento.

Assim, junto a outros companheiros e familiares, resolvemos fundar um grupo de estudo com as seguintes premissas: igualdade entre todos nós, busca incessante da verdade, horizontes amplos que não fossem estreitados por dogmas e prática da caridade espiritual e material, tanto quanto possível.

Refiro-me à Umbanda original, como foi introduzida pelo médium Zélio de Moraes, em Niterói, no século passado, sem a miscigenação com o Candomblé.

EXTRATERRESTRE SHELLYANA a temperatura do ambiente cai vertiginosamente

A princípio, a temperatura do ambiente cai vertiginosamente, mas não se tem a habitual sensação de medo peculiar a entidades trevosas, que podem provocar a mesma reação térmica.

Não que não sejam amorosos, mas não possuem a mesma freqüência com que essa energia que chamamos de amor se apresenta neste planeta.

Com o tempo e a habituação, a sensação térmica tende a diminuir muito, embora não desapareça, mas a percepção vibratória diferenciada permanece.

Em setembro de 2003, em uma viagem a Phoenix, Arizona, em uma vila da etnia Hopi, minha irmã Regina e eu nos deparamos com um ser desencarnado de aparência indígena que vestia um traje branco com a Constelação de Órion desenhada no peito.

Em novembro daquele mesmo ano, na leitura do evangelho lá em casa, na hora da mensagem do mentor, um ser que se apresentou como Visnhar, dizendo-se originário de uma estrela distante, passou-nos uma mensagem de introdução de seres das estrelas que gostariam de trabalhar conosco.

Já em março de 2004, na preparação que os médiuns fazem para o trabalho de Umbanda, quando fui fazer a prece para subirmos para o salão de atendimento, senti um envolvimento muito forte e não consegui impedir – o que não é normal para mim – uma mensagem de alerta de um ser que se identificou como Akenathon, e que terminou dizendo se tratar de um ser das estrelas.

Para meu terror,

quando eu ia começar a falar aos assistentes sobre o trabalho daquela noite, ele voltou e fez a mesma coisa.

Dias depois, tomando banho em casa, com a porta do meu banheiro aberta para poder acudir minha tia Iracema, um encanto de 85 anos, dependente física, escutei minha cadela beagle latir e uivar de forma diferente.

Tinha uns 2,3 m de altura, pele clara, olhos imensos claros, boca muito pequena, usando um traje cinza.

Ela me saudou com a mão direita e eu disse a frase mais inteligente de minha vida:

“Abdução de toalha, não!” Ela, sem sorrir, me disse se chamar Shellyana e que era das Plêiades.

Vinha me propor, nas palavras dela, “uma forma de cura para meu

povo em troca de minha divulgação da presença do povo dela aqui e o porquê disso”.

Em dezembro, na Festa da Praia, que realizamos todos os anos,

no primeiro sábado, Akenathon havia me dito que eles iriam se mostrar para todos.

Estávamos em 189 pessoas em Peruíbe,

no litoral de São Paulo, por volta da meia-noite, já encerrando o trabalho, quando vimos muitas naves no céu.

Se mostraram em movimento coordenado, com formação de sinais que

afastavam qualquer possibilidade de serem balões ou outros artefatos terrestres.

Sim, e vários deles trabalham lá hoje, tanto nas cirurgias que chamamos

de transdimensionais, através do doutor Américo Canhoto e de Alfredo

Nahas, como no suporte sem acoplamento, como o antariano

Yamacay, por exemplo, nos trabalhos de xamanismo.

Quando a senhora incorpora ou recebe influências da pleiadiana Shellyana,

para prestar atendimento médico-espiritual, está sempre consciente,

em transe mediúnico ou em um estado intermediário entre ambos?

Minha mediunidade de incorporação é semiconsciente, o que significa que

estou ciente de tudo o que acontece durante o transe mediúnico,

mas que retenho bem pouco do ocorrido, depois dele.

Um planeta do aglomerado estelar das Plêiades, na Constelação do Touro,

seria a origem de Shellyana, a entidade extraterrestre que auxilia as curas na Casa do Consolador.

Nas cirurgias espirituais realizadas pelo Doutor Espanhol existe uma atuação

no períspirito do paciente, no órgão perispiritual doente,

cujo reflexo no corpo físico caracteriza a doença.

As técnicas cirúrgicas são bem parecidas com as utilizadas na terceira dimensão,

ainda que sejam utilizados “instrumentos espirituais” que ainda não dispomos aqui.

Já a cirurgia transdimensional, executada sob o comando de extraterrestres,

se dá a nível atômico, ou subatômico, uma vez que eles movimentam

a energia parada nos corpos multidimensionais, atuando diretamente sobre os elétrons.

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Ao energizarem a região lentificada,

que é a doença, induzem a uma sensação de cura muito rápida e

esta energia extra permanece tanto quanto o paciente se permite.

Um Arcturiano chamado Kelps, que acopla uma abduzida já tratada por

Gilda Moura [Consultora da Revista UFO] e a

Ângela Cristina De Paschoal, fez um treinamento em medicina

dos terrícolas com o Doutor Espanhol, e eles operam juntos até hoje.

Qual é o limite de eficiência que pode ser esperado pela cirurgia espiritual,

ou outras que só podem ser entendidas do ponto de vista metafísico?

Assim, temos presenciado, nestes 16 anos, inúmeras curas de doenças

uto-imunes, de doenças metabólicas graves em crianças,

de casos comprovados de câncer e de problemas corriqueiros,

como varizes, problemas de coluna, vitiligo, miopia etc.

Qual é o caso mais surpreendente que a senhora poderia revelar para os leitores da Revista UFO, em que ficou evidente um processo de cura durante os trabalhos desenvolvidos na Casa do Consolador?

Mas posso citar, como um exemplo, o caso do Rogério, hoje trabalhador

da Casa, que sofreu uma secção da medula espinhal lombar

em decorrência de um acidente automobilístico.

Hoje, depois de diversas cirurgias com o Doutor Espanhol, anda com

o auxílio de uma bengala e atua como médium e professor da escola

de médiuns, além de suas atividades profissionais.

Encontramos a Regina com desvio da boca, perda de força muscular

no lado esquerdo do corpo e perda da cognição.

Maravilhosa palestra da Shellyana pela Monica Medeiros na Casa do Consolador 13-Dez-2017

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