Quando Inimigo Espiritual te Descobre no corpo Encarnado

Donde a precoce perversidade espiritual, senão da inferioridade do Espírito, uma vez que a educação em nada contribuiu para isso?” (O Livro dos Espíritos, Allan Kardec questão 199-a.) 

Quando As Trevas Descobrem Você

Veja:

Crianças obsidiadas suscitam em nós os mais profundos sentimentos de solidariedade e comiseração.  

Pequeninos seres que se nos apresentam torturados, inquietos, padecentes de enfermidades impossíveis de serem diagnosticadas, cujo choro aflito ou nervoso nos condói 

e impele à prece imediata em seu benefício, são muita vez obsidiados de berço.  

São crianças que já nascem aprisionadas 

— aves implumes em gaiolas sombrias 

—, trazendo nos olhos as visões dos panoramas apavorantes que tanto as inquietam.  

São reminiscências de vidas anteriores ou recordações de tormentos que sofreram ou fizeram sofrer no plano extrafísico, antes de serem encaminhadas para um novo corpo.  

Misericórdia Divina oferecerá a tais seres instantes de refazimento, que lhes chegarão por vias indiretas e, sobretudo, reiterados chamamentos  

Inimigo para que se redimam 

para que se redimam do passado, através da resignação, da paciência e da humildade.  

Crianças que padecem obsessões devem ser tratadas em nossas instituições espíritas através do passe e da água fluidificada, e é imprescindível que 

lhes dispensemos muita atenção e amor, a fim de que se sintam confiantes e seguras em nosso meio.  

nesses casos 

Fundamental, nesses casos, a orientação espírita aos pais, para que entendam melhor a dificuldade que experimentam, tendo assim mais condições de ajudar  

o filho e a si próprios, visto que são, provavelmente, os cúmplices ou desafetos  

do pretérito, agora reunidos em provações redentoras.  

Devem ser instruídos no sentido de que façam o Culto do Evangelho no Lar, favorecendo o ambiente em que vivem com os eflúvios do Alto, que nunca falta àquele que recorre à Misericórdia do Pai.  

Inimigo chegaram às nossas mãos 

Há bem pouco tempo chegaram às nossas mãos, quase simultaneamente, cinco pedidos de orientação a crianças que se apresentavam todas com a mesma problemática de ordem obsessiva.  

Certa criança de três anos e alguns meses vinha tentando o suicídio

das mais diferentes maneiras, o que lhe resultara, inclusive, ferimentos: um dia, jogou-se na piscina;  

Seu comportamento, de súbito, tornou-se estranho, maltratando especialmente a mãe, a quem dirigia palavras de baixo calão que os pais nunca imaginaram ser do seu conhecimento.  

As outras crianças mencionadas tinham sintomas semelhantes:  

acordavam no meio da noite, inconscientes, gritando, falando e rindo alto, 

não atendiam e nem respondiam aos familiares, nem mesmo dando acordo da presença destes.  

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