Brasil dividido em 4 em 2019 Chico Xavier DATA LIMITE

Brasil dividido em 4. O ano de 2019 é a data– limite para o Velho Mundo ou o ano da “grande abominação”, conforme revelou o médium Francisco Cândido Xavier aos amigos Marlene Nobre, que trabalhou com ele de 1958 a 1962, e Geraldo Lemos Neto que, além de amigo, passou a editar seus livros.

A DATA LIMITE: Chico Xavier, Brasil dividido em 4, 2019 – E SE FOR VERDADE?

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Ambos, em momentos diferentes, ouviram do próprio médium previsões sobre o futuro da humanidade.

Essa conversa está registrada no livro “Não Será em 2012”, recém-lançado.

“Eu e Geraldinho, como autores, além de nos desincumbirmos de um dever de consciência, cremos contribuir, ainda que de forma muito modesta, para alertar os irmãos da Casa Planetária quanto à nossa responsabilidade individual e coletiva na manutenção da paz, ponto fundamental para que venhamos a herdar a Terra”, diz Marlene Nobre, que é presidente da Associação Médico-Espírita do Brasil e Internacional e, durante 23 anos, entrevistou Chico para a “Folha Espírita”.

A obra aborda acontecimentos do momento atual, quando o processo de transição da vida planetária atinge o seu ponto culminante. “Faltam apenas alguns anos para julho de 2019. Se optarmos pela paz, vamos experimentar grandes avanços, caso contrário, a Terra vai passar por momentos de muito sofrimento”, declaram os autores.

Geraldo Lemos ressalta que essas previsões foram reveladas por Chico a pouquíssimas pessoas. A conversa entre ele e o médium aconteceu na sala de jantar da casa de Chico, na madrugada de 1986. “Ele me revelou as duas hipóteses que podem ocorrer ao planeta Terra, conforme as escolhas feitas por seus habitantes até 2019”, diz.
Confira o que o médium Chico Xavier disse aos amigos Marlene Nobre e Geraldo Lemos.

Marlene Nobre trabalhou com o médium Francisco Cândido Xavier de 1958 a 1962 e, mesmo depois da mudança para São Paulo, visitava-o periodicamente até pouco antes de sua morte. É editora da “Folha Espírita”.

Divaldo Franco Fala Sobre a Data Limite 2019 Chico Xavier

Como foi sua convivência com Chico Xavier?
Ela me deu certeza de que o céu existe. É muito bom conviver com um coração bondoso e humilde.
O que mais lhe impressionou em Chico durante décadas de convivência ?
A generosidade e a abnegação em tudo o que fazia, duas características muito próprias do seu coração. Essas virtudes e mais o discernimento davam-lhe uma grande sabedoria nas palavras e atos, enfim, em tudo que fazia.
O que, efetivamente, vai acontecer em 2019?
Tudo vai depender da escolha que os homens e as mulheres fizerem. Sem guerra nuclear até lá, faremos a transição final com alguns transtornos, mas eles serão mínimos em relação ao imenso progresso que teremos. Na segunda hipótese, com guerra, passaremos por muito sofrimento coletivo e individual.
Chico falou que vai haver uma mudança no mapa do Brasil. Como isso acontecerá?
Teremos de ceder terras e muito da nossa soberania, porque irmãos nossos não mais terão onde morar. Isso, no caso de escolhermos a segunda hipótese, de termos uma guerra nuclear avassaladora, antes de 2019, prazo dado por nosso mestre Jesus.
Chico tinha esperanças para a humanidade?
Ele sempre teve esperanças de que a melhor hipótese aconteceria e tinha certeza de que os brandos e pacíficos herdarão a Terra. Ele continua trabalhando sem descanso no mundo espiritual. Contaremos sempre com a sua proteção e o seu amor.

“O ano era 1986, momento difícil para o Brasil em função da crise econômica e da inflação. Geraldo Lemos Neto estava na sala de jantar da casa de Chico Xavier quando ele revelou que havia acontecido uma reunião entre Cristo e outras potências angélicas para definir o futuro da Terra.
“Chico me disse que foi-nos concedida uma moratória de 50 anos, que vai terminar em julho de 2019, período em que os emissários celestes trabalhariam para que houvesse paz entre os povos e nações”.
O médium teria dito a Geraldo Lemos que, se chegarmos em paz até 2019, a Terra vai experimentar muitos avanços tecnológicos. “Alcançaremos a solução para todos os problemas de ordem social, como a pobreza e a fome, que estarão extintas, teremos a descoberta da cura de todas as doenças do corpo físico pela manipulação genética e os avanços da medicina e aparelhos vão permitir nosso contato com esferas desencarnadas”, diz o escritor. (AED)

Caso a humanidade opte pela guerra, as consequências serão desastrosas. “A Terra reagirá com violência. O homem começaria a guerra, mas quem iria terminá-la seriam as forças telúricas da natureza, cansada dos desmandos humanos. Seríamos confrontados com terremotos gigantescos, tsunamis, veríamos a explosão de vulcões há muito extintos, enfrentaríamos degelos arrasadores com trágicos resultados para as zonas costeiras. As cinzas vulcânicas e as irradiações nucleares nefastas acabariam por tornar inabitável todo o hemisfério Norte”, revelou Chico Xavier a Geraldo Lemos Neto. (AED)

 

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