NO MEIO DE NÓS

A produtora brasileira, Pozati Filmes, ficou conhecida em 2014 ao lançar “Data Limite segundo Chico Xavier.

No primeiro documentário conseguimos resgatar de forma inédita algumas previsões que o Chico fez a respeito de um

momento que ele chama de transição planetária, é um momento onde o planeta deixa de ser “tão merda” e passa a ser

um lugar melhor e as pessoas passam a ser melhores.

Veja:

Chico fala que nesse período de transição

Chico fala que nesse período de transição se não acontecesse uma guerra nuclear em 50 anos a partir da chegada do

homem na lua, o processo de aceleramento dessa transição estaria autorizado.

Dentre as coisas que acelerariam essa transição viria o contato oficial dos seres de outras comunidades dessa nossa

galáxia, que parece uma coisa de ficção cientifica, mas que, se você pensar que o nosso sol é uma estrela entre 400

bilhões de estrelas, a nossa galáxia que é uma galáxia por sua vez de 100 bilhões de galáxias descobertas até agora, de

pensar que o planeta Terra é o único que tem vida humana é uma loucura, é um contracenso, é chamar Deus de

latifundiário, e, Chico antecipou isso, entre tantas coisas que ele sabia.

Não é só essa especulação, mas se trata sobretudo do contato mensal que estaria acontecendo desses seres com a

nossa realidade, e esse contato nós averiguamos pela nossa pesquisa, que está acontecendo de forma mental ou o que

poderíamos chamar de mediúnica.

Não eram pessoas desencarnadas

Por exemplo, dentro do documentário temos como entrevistada Gilda Moura que é uma das maiores especialistas de

contatos e abduções da história da Ufologia e centenas de casos de regressão onde ela não só identifica as memórias do

contato e da profissão, como ela submeteu esse grupo de abduzidos a testes de médiuns, curadores e pessoas que fazem

uso de aminoácidos e principalmente no grupo de abduzidos, são ondas de altíssima frequência no córtex central.

Então, você tem evidências muito interessantes desse contato entre aspas espiritual ou na verdade o espiritual é muito

ruim e na verdade seria um contato não físico com contato mental com essas realidades e aí, ilustrando tudo isso e com

essa base de pesquisa surge, o General Uchoa, com toda sua história e os documentos liberados pelo FBI, e então a

trama estava armada.

Como foi a construção do roteiro?

Juliano Pozati : Quando lançamos o “Data Limite” e lançamos o livro, que podemos considerar um best-seller com 20 mil

exemplares que já está indo hoje pra segunda edição, pensamos muito nisso, qual era a filosofia desse contato e

percebemos que passa por quatro etapas, novas perspectivas trazem e geram uma predisposição de consciência, que

gera em nós a vontade de integração e de construção de um mundo bem melhor, ou seja, começam a constatar a

grandeza e faz com que a consciência se eleve, e quando isso acontece paramos de olhar pra nós mesmos

e começamos

a olhar para o céu e começamos a perceber que não estamos sozinhos e percebo que a coisa é muito maior,

e quando

percebemos que tudo é muito maior e começamos a perceber que também temos que cuidar da pessoa que está ao

nosso lado, porque se não jamais vamos perceber esse contato.

Por que da escolha de Renato Prieto para o documentário?

Juliano Pozati : O Renato é um rosto muito conhecido no espiritismo pois ele interpretou André Luiz no filme “Nosso Lar”

da Warner.

E o que queríamos era um interlocutor que de alguma forma se assemelhasse com um mestre

e que o ambiente do

documentário fosse diferente, não só um voz-over simplesmente.

NO MEIO DE NÓS

 

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